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Sony negocia venda de fatia do negócio de TVs para a chinesa TCL por US$ 1 bilhão

A Sony pode fechar um acordo para vender uma participação significativa de sua divisão de entretenimento doméstico à TCL Electronics, grupo chinês de eletrônicos de consumo.

Segundo a Bloomberg, a transação está avaliada em aproximadamente US$ 1 bilhão e a conclusão da mudança é esperada ainda neste mês. Porta-vozes das duas empresas disseram, porém, que arsenic conversas sobre um modelo de negócio que atenda aos dois lados seguem em andamento.

O movimento avança após arsenic companhias terem anunciado, em janeiro, a intenção de formar uma joint venture, parceria societária, com divisão de 49% para a Sony e 51% para a TCL. A estrutura envolveria o negócio de entretenimento doméstico da companhia japonesa e a marca Bravia, uma das mais conhecidas nary mercado de televisores.

No mercado financeiro, o contexto é desigual. As ações da Sony acumulam queda de 21% em Tóquio neste ano, o que levou seu valor de mercado a cerca de US$ 123 bilhões. Já a TCL avançou 4% em Hong Kong, alcançando uma avaliação em torno de US$ 3,5 bilhões.

A possível operação reforça a estratégia da TCL de ampliar sua presença nary segmento de entretenimento doméstico e ganhar tração fora da Ásia. Para a fabricante chinesa, o acordo pode servir como atalho para mercados em que a Sony ainda preserva peso de marca e distribuição mais consolidada.

Pelo cronograma discutido até aqui, a nova empresa conjunta começaria a operar em abril de 2027. A partir daí, uma nova geração de televisores Bravia seria desenvolvida com uma combinação de tecnologias das duas companhias, numa tentativa de unir escala concern e valor de marca.

Negócio de TVs se cruza com ativos mais rentáveis da Sony

A negociação também expõe como a Sony vem reorganizando prioridades dentro de um portfólio mais amplo de entretenimento. Embora televisores ainda tenham relevância simbólica para a companhia, o grupo hoje concentra parte de sua força em áreas como a Sony Music, a plataforma de streaming, transmissão contínua, Crunchyroll e os estúdios da Sony Pictures Entertainment.

Esse conjunto de ativos ajuda a explicar por que a divisão de hardware pode ser tratada de forma mais flexível. Ao mesmo tempo, a marca Bravia continua sendo um nome de peso na eletrônica de consumo, o que transforma a operação em um teste sobre até onde a Sony está disposta a dividir o controle de negócios tradicionais para priorizar áreas com margens mais altas.

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