Escolher um streaming de música vai muito além do catálogo — e é justamente aí que a disputa entre Spotify e Tidal fica interessante. Por isso, o TechTudo testou o TIDAL para responder a uma dúvida cada vez mais frequente entre leitores: dá para substituir o Spotify por algum app de música melhor? Entre os streamings, o TIDAL surge como alternativa bastante competitiva, mas há um ponto que vale destacar: o TIDAL não possui plano gratuito permanente. A versão free foi descontinuada em abril de 2024, e hoje quem não assina consegue ouvir apenas prévias de 30 segundos das faixas. Por outro lado, a plataforma oferece 30 dias de teste gratuito completo para novos usuários, e foi exatamente esse período que o TechTudo usou para fazer o comparativo com o Spotify. A seguir, confira impressões e detalhes sobre os aplicativos.
TechTudo analisa comparativo entre Spotify e TIDAL; entenda impressões — Foto: Arte/TechTudo Por que resolvi testar o TIDAL no lugar do Spotify?
Quem muda do Spotify para o TIDAL costuma levar em consideração a qualidade de áudio, tanto no site quanto no aplicativo ou no smartphone, seja ele no Android ou iPhone (iOS). O TIDAL opera com FLAC lossless de até 24-bit/192 kHz, qualidade similar ou superior à de um CD. Para quem usa fones de ouvido de qualidade ou caixas de som, a diferença é bastante visível. Entre as plataformas de músicas relacionadas ao Spotidy, o TIDAL aparece como o nome mais citado nessa busca.
Apesar do app não oferecer mais um plano gratuito permanente, ainda é possível testar o serviço: novos usuários têm direito a 30 dias de acesso gratuito completo. Já o Spotify, por sua vez, costuma oferecer até três meses de teste grátis em algumas promoções.
Saiba como funciona e quais são os principais recursos do Tidal — Foto: Marvin Costa/TechTudo Primeiras impressões do app: interface e facilidade de uso
O TIDAL está disponível para Android e iOS, além de versão desktop e web. A interface é limpa, com foco nas capas dos álbuns e nas playlists editoriais. Em março de 2026, a plataforma está passando por uma reformulação visual; uma delas é a perda do desfoque de fundo que lembrava o design anterior, que eu particularmente gostava mais. No geral, a navegação é intuitiva, com abas de Home (Música), Explore, Biblioteca, Feed e Busca bem organizadas.
O TIDAL realmente entrega o que promete, áudio de qualidade — Foto: Raphael Alves/TechTudo Qualidade de áudio: dá mesmo para perceber a diferença?
Sem dúvida, essa é a principal promessa do TIDAL, e o melhor é que ela se sustenta, com algumas observações. Em fones de ouvido com fio de qualidade, senti a diferença em relação ao Spotify: mais detalhes nos instrumentos, vocais mais presentes e graves mais definidos. Por outro lado, em fones Bluetooth de entrada ou caixas portáteis simples, a diferença pode ser mínima: o codec Bluetooth limita a transmissão antes mesmo de o áudio chegar ao ouvido. O TIDAL também suporta Dolby Atmos e Sony 360 Reality Audio em conteúdos compatíveis e certificados.
A qualidade supera outros aplicativos de música como Spotify mesmo no Web TIDAL — Foto: Raphael Alves/TechTudo Catálogo de músicas: falta alguma coisa?
Com mais de 110 milhões de faixas, o catálogo do TIDAL cobre bem pop, rap, R&B, rock e eletrônico. Músicas de artistas independentes brasileiros e conteúdo regional podem aparecer com menos frequência em playlists editoriais, já que a curadoria ainda tem viés mais enquadrado no mercado de língua inglesa. Além das faixas, a plataforma oferece mais de 650.000 videoclipes, documentários de bastidores e conteúdo exclusivo de artistas, sendo um diferencial que o Spotify não replica.
Além do áudio, o TIDAL traz videoclipes e documentários exclusivos de artistas no mesmo app — Foto: Raphael Alves/TechTudo Algoritmo e recomendações: ele acerta no gosto musical?
O TIDAL surpreende muito, porque as playlists e recomendações fazem sentido. As sugestões de artistas e álbuns realmente têm coerência de gênero e estilo. As playlists editoriais surgem com a curadoria de humanos combinada com os dados e acabam fortalecendo uma sofisticação nas sugestões.
Quando fazemos a comparação com o Spotify, vemos que o verdinho leva uma vantagem na descoberta de músicas no mainstream. No entanto, o recurso Daylist, que oferece atualizações ao longo do dia, compensa com uma curadoria mais apurada para aqueles que são apaixonados por som de alta fidelidade e qualidade, sem esquecer os gêneros de nicho.
Enquanto o Spotify foca no mainstream, o TIDAL se destaca com recomendações consistentes e playlists que misturam curaria humana com dados — Foto: Raphael Alves/TechTudo Recursos do TIDAL que chamaram minha atenção
- Áudio HiRes FLAC (24-bit/192 kHz) e Dolby Atmos inclusos em todos os planos pagos;
- Mais de 650.000 videoclipes e conteúdo exclusivo de artistas;
- Modo offline disponível em todos os planos, sem restrição de plano básico;
- TIDAL for Artists: painel completo para artistas gerenciarem estatísticas e lançamentos;
- TIDAL Spotlight: programa que paga US$ 1.000 para artistas cujas faixas entram em playlists editoriais;
- Customização de playlists com capas próprias;
- Plano Estudante com até 50% de desconto para universitários.
Vale a pena trocar o Spotify pelo TIDAL?
A resposta depende do seu perfil de uso. Se você está usando o Spotify gratuito com anúncios e quer uma possibilidade sem custo permanente, o TIDAL realmente não é essa opção, já que o plano gratuito foi encerrado lá atrás em 2024. Mas, se você já paga o Spotify Premium (ou cogita pagar), o TIDAL Individual sai por R$ 21,90/mês com qualidade de áudio muito superior, sem anúncios e com videoclipes exclusivos, em comparação aos R$ 23,90/mês do Spotify Premium Individual. O plano Família, dividido entre 6 pessoas, cai para menos de R$ 6 por pessoa/mês, saindo mais barato que o Spotify Premium Individual.
O TIDAL entrega realmente o que promete, e mesmo se você ainda estiver em dúvida, ele oferece o trial de 30 dias gratuitos, que acaba sendo tempo suficiente para decidir se vale a migração definitiva.
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