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Startup que automatiza processos judiciais vira 1° 'unicórnio' latino de IA

Contratação direta da Enter por clientes finais é ilegal, afirma Nogueira. Isso porque a empresa não é um escritório de advocacia.

Para garantir controle ético e qualidade dos serviços, propõe que a IA seja vendida apenas a advogados e escritórios. Nogueira diz que a lei determina que só profissionais registrados na OAB podem fechar contratos e responder pelo andamento de ações judiciais.

Caso contrário, vê riscos à startup e aos investidores. Ele diz que há incerteza para os que colocaram milhões na Enter, pois apostaram em um modelo que pode ser inviável pelas regras atuais do Brasil.

A lei reconhece o advogado como o único capaz de fazer essa função de guardião do direito do cliente. [...] O sistema de justiça não admite que empresas prestem esse serviço diretamente.
Márcio Nogueira, presidente da OAB em Rondônia

Representante da OAB diz que a automação de alguns serviços vai exigir reinvenção dos profissionais. Com a inteligência artificial assumindo tarefas burocráticas, os advogados precisarão focar no desenvolvimento de soluções complexas, no atendimento humanizado e na garantia de direitos dos clientes, explica.

Ser unicórnio é garantia de sucesso?

Título de unicórnio indica que a startup conseguiu demonstrar potencial por meio de resultados. Presidente da Anjos do Brasil, uma organização que apoia investimentos e negócios de inovação, Cassio Spina avalia que atingir um valor de mercado de US$ 1 bilhão (o equivalente a R$ 4,9 bilhões na cotação atual) indica que investidores acreditam na multiplicação do valor investido.

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