O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pretende nacionalizar grande parte de sua campanha de reeleição, com críticas ao governo Lula e ao desempenho da economia.
A opção de não se ater apenas a temas estaduais tem objetivo duplo: ajudar na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e explorar flancos de seu provável adversário, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Tarcísio já começou a adotar a estratégia. Na última quarta-feira (11), afirmou que Haddad criou um imposto novo a cada 30 dias enquanto ministro.
Números de pesquisa Datafolha realizada entre 3 e 5 de março mostram a maior dificuldade que Lula e Haddad enfrentam no estado na comparação com o Brasil, o que estimula Tarcísio a nacionalizar sua campanha.
No cenário hoje mais provável, o presidente atinge 35% dos votos no primeiro turno entre eleitores do estado, contra 37% de Flávio, situação de empate técnico. Em comparação, nacionalmente, o petista marca 38%, contra 32% do opositor.
Outro exemplo é a pesquisa espontânea, em que Lula tem 25% no país e 20% no estado de São Paulo. Já Flávio ficou com 14% entre o eleitorado paulista e 12% no Brasil.

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