A plataforma, controlada pela empresa chinesa ByteDance, defendeu que "o governo Biden forneça imediatamente uma declaração definitiva para satisfazer os provedores de serviço mais críticos, garantindo a não aplicação da lei".
A declaração foi feita após a Suprema Corte dos EUA concluir na sexta que a lei que força a venda do TikTok é válida e não viola a Primeira Emenda da Constituição americana, que garante liberdade de expressão para usuários nos país.
Depois da decisão da Suprema Corte, Biden disse que vai deixar o caso ser resolvido pelo presidente eleito Donald Trump, que toma posse na segunda-feira (20). Trump, por sua vez, afirmou que vai decidir "em um futuro não muito distante", mas pediu "tempo" para rever a situação.
A rede social criticou as declarações do governo Biden e disse que elas "não conseguiram fornecer a clareza e a garantia necessárias aos provedores de serviços que são essenciais para manter a disponibilidade do TikTok para mais de 170 milhões de americanos".
Trump, que vai suceder Biden, cogita assinar uma ordem executiva que suspenderia o banimento do TikTok nos EUA por um prazo de 60 a 90 dias, informou na quinta-feira (15) o jornal The Washington Post.
Shou Zi Chew disse que Trump está comprometido em encontrar uma solução para manter o TikTok disponível no país. "Esta é uma posição forte a favor da Primeira Emenda e contra a censura arbitrária", disse o executivo em um vídeo divulgado na rede social.

Por que o TikTok pode ser banido dos Estados Unidos?

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1 ano atrás
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