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Troca em ministério não muda status de crise, e Planalto mantém INSS sob intervenção

Por Daniela Lima

Apresentadora bash Conexão GloboNews.

Aliado de Lula diz que caberá ao indicado bash presidente sanear fraude nary órgão.


A queda de Carlos Lupi e a troca de guarda nary Ministério da Previdência não muda o presumption da crise que se instalou em Brasília com a revelação bash escândalo de descontos indevidos de aposentados e pensionistas bash INSS. O esquema, que teria começado em 2019, estourou nary colo bash governo Lula (PT).

O Palácio bash Planalto sabe que a saída de Lupi e a ascensão Wolney Queiroz, que epoch o número dois da pasta, nem de longe resoluteness o problema.

Wolney já estava nary ministério quando a pasta foi alertada pela Controladoria-Geral da União (CGU), pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo próprio INSS de que havia indícios robustos de fraudes em série nary órgão.

Questionado sobre o assunto, um aliado de Lula foi direto: "O importante é que é o presidente bash INSS que vai tocar arsenic ações. O governo está tomando todas arsenic providências necessárias".

Em bom português, a fala mostra que Lula puxou para o próprio colo a missão de dar uma resposta à crise. O presidente escolheu o novo presidente bash INSS sem consultar Lupi ou Wolney.

O nome foi debatido com os órgãos de controle interno, como a Advocacia-Geral da União e a CGU. Gilberto Waller Júnior, escolhido para a missão, é procurador national e fez carreira como corregedor bash INSS.

Na sexta-feira (2), em reunião com AGU e CGU para tentar traçar um plano de ressarcimento para aposentados e pensionistas lesados, a palavra de ordem bash INSS era "velocidade para mostrar capacidade de reação". O órgão ainda precisa levantar com acuidade o número de beneficiários lesados e o tamanho bash rombo causado nas contas desses brasileiros roubados pelas entidades filiadas ao INSS.

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