Os militares dos EUA “nem começaram a destruir o que resta no Irã. Pontes serão as próximas, depois usinas de energia”, escreveu Trump nas redes sociais.
Em sua publicação, ele também afirmou que a liderança do Irã “sabe o que precisa ser feito — e precisa ser feito rápido”.
Mais cedo, o presidente dos EUA publicou um vídeo de um ataque que o Exército norte-americano realizou no Irã. Na imagem, é possível ver fumaça preta em uma ponte, que o presidente diz ser a maior ponte no país do Oriente Médio.
Trump posta ataque a ponte no Irã e faz nova ameaça: 'É hora de fazer um acordo antes que seja tarde' — Foto: Reprodução/Truth Social
Junto com as imagens, o presidente publicou a mensagem:
Mais cedo, a mídia estatal do Irã informou que oito pessoas morreram e 95 ficaram feridas na ponte B1, que liga a cidade de Karaj à capital Terrã.
Trump compartilha vídeo de ataque a ponte no Irã — Foto: Reprodução/Truth Social
Novo míssil foi usado em escola
Segundo o jornal, o novo armamento libera esferas do metal mais duro do mundo e explode antes de tocar o solo. O governo iraniano condenou nesta quinta-feira (2) o ataque.
Segundo o The New York Times, o Exército norte-americano utilizou um míssil balístico de curto alcance chamado Míssil de Ataque de Precisão (PrSM, na sigla em inglês). O armamento é programado para ser detonado segundos antes de atingir seu alvo e liberar várias pedras de tungstênio, um dos metais mais duro do planeta.

Investigação aponta que EUA foram responsáveis por ataque que matou 175 em escola no Irã
Ainda de acordo com o Times, o ataque fez parte da primeira onda de ofensivas dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro deste ano. Os bombardeios marcaram o início da atual guerra no Oriente Médio.
O ataque ocorreu no mesmo dia em que um bombardeio atingiu outra escola, na cidade de Minab. Nesse caso, o ataque matou 175 pessoas, e uma investigação também do The New York Times apontou que os EUA foram responsáveis pela ofensiva.
O governo dos EUA não havia se manifestado sobre a investigação do jornal até a última atualização desta reportagem.
Granada que mata com ondas de pressão
Soldado do Exército dos EUA testa nova granada letal M111, que usa ondas de choque, em março de 2026. — Foto: Christopher Arthur/Exército dos EUA
O Exército dos Estados Unidos apresentou uma nova granada, a M111, que usa ondas de choque de pressão para matar inimigos. A nova granada letal é primeira incorporada ao arsenal do país desde a década de 1970.
Segundo o Exército dos EUA, a M111 gera uma onda de choque de pressão ao detonar material explosivo em um ambiente confinado. Essa tecnologia é chamada de "explosão de sobrepressão" ("Blast overpressure", ou BOP, em inglês). Leia mais sobre a tecnologia abaixo.

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