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Trump ameaça Irã com ataque '20 vezes mais forte' se Hormuz for bloqueado

Trump afirmou que o conflito avançou mais rápido do que o previsto e que o Irã não teria mais marinha, comunicações ou força aérea. "Olhando bem, não lhes resta nada. Não resta nada em sentido militar", declarou em entrevista à CBS.

Os ataques conjuntos das forças dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã começaram no dia 28 de fevereiro. Desde então, Trump tem feito avaliações frequentes sobre os danos de combate causados ao país.

O governo americano avalia reduzir as sanções contra a Rússia para tentar frear a alta global nos preços de energia. Segundo a agência de notícias Reuters, o governo pode permitir que nações como a Índia comprem petróleo russo sem sofrer penalidades dos EUA.

A nomeação de um novo líder supremo no Irã após a morte de Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, aumentou as tensões no Oriente Médio. Ontem, o país anunciou Mojtaba Khamenei para suceder o pai, Ali, em um gesto visto como de desafio aos EUA e Israel e de manutenção da posição linha-dura do regime iraniano.

Desdobramentos ampliam temores sobre o impacto na economia global. Diante da perspectiva de que os preços do petróleo permaneçam elevados por um longo período sem o arrefecimento da guerra, surgem as preocupações econômicas a respeito do conflito. Os principais riscos envolvem uma onda inflacionária e a desaceleração de crescimento dos países.

Presidente dos EUA, Donald Trump, minimiza impacto da cotação do petróleo. Ontem, o republicano afirmou que a disparada de preço dos barris é insignificante diante da importância de "eliminar a ameaça nuclear do Irã". Ele avalia que as cotações cairão rapidamente quando terminar a destruição do modelo iraniano. "É um preço muito pequeno a pagar pela segurança e pela paz dos Estados Unidos e do mundo", disse.

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