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Trump exalta economia em comício pré-eleição de novembro: 'temos de ganhar'

O discurso de Trump ocorreu em um momento em que suas políticas de imigração ganham o noticiário. Na semana passada, um agente do ICE matou com um tiro Alex Pretti, de Minneapolis, maior cidade do estado de Minnesota, também no Meio-Oeste. Na mesma cidade, em 7 de janeiro, outro agente assassinou a escritora Renée Good, outra cidadã americana.

Trump se referiu aos manifestantes anti-ICE como "insurgentes pagos". "Eles são pagos", disse Trump. "São todos agitadores pagos, só isso. São pagos para ir e... nem sabem quando os entrevistam. 'Por que você está aqui? Não sei.' Eles não têm a menor ideia. São insurgentes pagos, na verdade, em alguns casos. São doentes mentais", afirmou.

Trump também coleciona polêmicas internacionais. O presidente americano capturou o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, em uma ação militar e vêm ameaçando anexar a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Sobre Maduro, disse no discurso que "uma operação espetacular" capturou "o ditador Maduro para enfrentar a Justiça americana". "Ninguém foi morto. Não do nosso lado", disse.

Graças a tudo isso, a popularidade de Trump atingiu os níveis mais baixos de seu segundo mandato. Sua aprovação geral caiu para cerca de 38%, de acordo com pesquisa da revista Reuters/Ipsos divulgada ontem (26).

Fora do centro de eventos, "uma multidão" protestava contra Trump. Centenas de moradores de Iowa assobiavam, batiam tambores e gritavam "ICE fora!". A maioria carrega cartazes escritos à mão com frases como "Impeachment" e "Estávamos mais seguros com [o ex-presidente Joe] Biden". Um deles agitava uma bandeira americana de cabeça para baixo, informa o The New York Times.

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