O republicano também processou quatro repórteres do veículo e a editora Penguin Random House.
Segundo a agência, que teve acesso ao processo, Trump cita uma série de artigos do veículo incluindo um editorial anterior à eleição presidencial de 2024 que dizia que ele não era apto para o cargo, e um livro de 2024 publicado pela Penguin intitulado “Perdedor Sortudo: Como Donald Trump Desperdiçou a Fortuna do Pai e Criou a Ilusão de Sucesso".
Na publicação em que anunciou o processo, Trump afirmou que o jornal se tornou um "porta-voz do partido democrata".
Editorial do 'NYT' diz que Kamala Harris é a única escolha possível — Foto: Amanda Akashi/GloboNews
No processo, seus advogados alegam que as publicações prejudicaram os negócios e a reputação pessoal de Trump, causando enormes danos econômicos ao valor de sua marca e prejuízos significativos às suas perspectivas financeiras futuras.
Nas últimas semanas, o jornal postou uma série de matérias sobre o vínculo de Trump com Jeffrey Epstein. O republicano havia afirmado que processaria o jornal após as matérias, segundo a Reuters.
O veículo ainda não se pronunciou sobre a publicação de Trump.

Democratas divulgam suposta carta de Trump a Epstein com desenho de mulher nua
Jeffrey Epstein tinha conexões com milionários, artistas e políticos influentes. Entre 2002 e 2005, ele foi acusado de aliciar dezenas de meninas menores de idade para encontros sexuais em suas mansões.
Em 2008, Epstein chegou a firmar um acordo com a Justiça para se declarar culpado. Em 2019, o caso voltou à tona, quando autoridades federais consideraram o acordo inválido e determinaram a prisão do bilionário por tráfico sexual.
O bilionário morreu na cadeia poucos dias depois de ser preso. Segundo as autoridades, ele tirou a própria vida. Durante a campanha eleitoral de 2024, o então candidato Trump prometeu divulgar uma lista com os nomes de pessoas supostamente envolvidas no esquema de exploração sexual liderado por Epstein. Em fevereiro deste ano, alguns documentos chegaram a ser publicados pelo governo.
Em um desses arquivos, o nome de Trump aparece ao lado de outras pessoas em registros de voos ligados ao bilionário. É de conhecimento público que os dois foram próximos nos anos 1990. Trump, no entanto, não é investigado nesse caso.
Ainda em fevereiro, a procuradora-geral Pam Bondi chegou a insinuar que havia uma lista de clientes de Epstein sobre a mesa dela para ser revisada. Esse documento, no entanto, nunca foi divulgado.
Mais recentemente, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou que não existe nenhuma lista de clientes nos documentos relacionados à investigação. O próprio presidente Trump passou a afirmar que a tal documento é uma farsa.
A mudança de versão irritou a base de apoiadores do republicano. Muitos desses eleitores compartilham teorias da conspiração sobre o caso Epstein e exigem a divulgação completa das informações sobre a rede de exploração sexual.

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3 meses atrás
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