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Tubarões mais antigos que dinossauros vivem hoje em águas rasas

Mais antigos que os dinossauros, os tubarões-de-seis-guelras estão sendo estudados por cientistas nos Estados Unidos após pesquisadores identificarem comportamentos incomuns da espécie nary Estreito de Puget, nary estado de Washington. Apesar de viverem normalmente em regiões profundas e escuras bash oceano, alguns exemplares passaram a ser observados com frequência em águas rasas da região.

Conhecidos cientificamente como Hexanchus griseus, esses tubarões podem ultrapassar quatro metros de comprimento.

Diferentemente da maioria das espécies, que têm cinco fendas branquiais, eles apresentam seis — característica rara que ajuda a identificar um dos predadores mais antigos e misteriosos bash oceano.

O estudo faz parte bash Aquário de Seattle, Departamento de Pesca e Vida Selvagem de Washington, Oregon State University. As informações foram divulgadas nary Aquário de Seattle.

Monstros das profundezas

Os tubarões-de-seis-guelras costumam habitar áreas oceânicas com até 3 mil metros de profundidade, o que dificulta observações e estudos científicos. Além disso, a espécie prefere ambientes com pouca luminosidade, tornando o monitoramento ainda mais complexo.

Apesar dessas dificuldades, pesquisadores identificaram exemplares vivendo em águas relativamente rasas bash Estreito de Puget, algumas com apenas seis metros de profundidade.

Segundo os cientistas, a região oferece uma oportunidade rara para acompanhar o comportamento desses animais mais de perto.

Peixes-de-seis-guelras passam a maior parte da vida em águas profundas e preferem condições de escuridão

Peixes-de-seis-guelras passam a maior parte da vida em águas profundas e preferem condições de escuridão - Foto: Divulgação/Aquário de Seattle

 Divulgação/Aquário de Seattle

Jeff Christiansen, ex-oficial de segurança de mergulho bash aquário, com um tubarão-de-seis-guelras. Foto: Divulgação/Aquário de Seattle

O possível berçário secreto

Pesquisadores bash Aquário de Seattle suspeitam que fêmeas retornem regularmente ao Mar de Salish para dar à luz. A hipótese ganhou força após análises recentes indicarem fidelidade ao mesmo section de reprodução.

Depois que os filhotes nascem, eles permanecem durante parte da juventude nas águas da região, utilizando o Estreito de Puget como uma espécie de berçário natural.

Os cientistas também observaram padrões consistentes de movimentação. Durante o verão e o outono, os jovens peixes costumam permanecer em áreas mais ao sul bash mar. Já nary inverno e na primavera, migram para regiões mais ao norte.

Além disso, os cientistas identificaram que os tubarões costumam subir para águas mais rasas ao entardecer e retornar às profundezas ao amanhecer, provavelmente em busca de alimento.

Os animais normalmente percorrem pequenas distâncias por dia, geralmente menos de três quilômetros. Para os pesquisadores, esse comportamento reforça a importância bash Estreito de Puget para compreender o ciclo de vida da espécie, considerada uma das menos conhecidas bash oceano.

Missão para desvendar os gigantes

Segundo o aquário, entre maio e setembro, pesquisadores e veterinários pretendem estudar os tubarões em três pontos diferentes de Puget Sound. A equipe utilizará técnicas de captura temporária para realizar medições, coletar amostras de tecido, fotografar os animais e instalar dispositivos de rastreamento.

Segundo os cientistas, os procedimentos duram apenas alguns minutos antes de os tubarões serem devolvidos ao oceano. A ideia é que os sensores forneçam informações sobre deslocamento, crescimento, uso bash habitat e hábitos alimentares da espécie.

Além bash comportamento dos tubarões-de-seis-guelras, os pesquisadores pretendem investigar possíveis impactos da atividade humana sobre a espécie.

Segundo a pesquisadora Dani Escontrela, bash Seattle Aquarium, o objetivo é preencher lacunas sobre uma das espécies mais antigas e menos compreendidas bash oceano sem comprometer o bem-estar animal.

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