O chanceler alemão, Friedrich Merz, disse, nesta segunda-feira (26), que os principais aliados ocidentais da Ucrânia, incluindo a Alemanha, não impõem mais restrições à variedade de armas fornecidas a Kiev, embora não tenha especificado quais implicações isso teria para futuros envios.
"Não há mais restrições para o alcance das armas entregues à Ucrânia. Nem pelos britânicos, nem pelos franceses, nem por nós. Nem pelos americanos", disse Friedrich Merz durante uma entrevista à emissora pública de televisão WDR, em Berlim.
"Isso significa que a Ucrânia agora pode se defender, por exemplo, atacando posições militares na Rússia (...) algo que não fazia há algum tempo, com algumas exceções. Agora pode fazer isso", disse o líder conservador alemão, que assumiu o cargo no início deste mês.
A Rússia reagiu chamando o anúncio de "muito perigoso".
"Se essas decisões foram realmente tomadas, elas vão totalmente contra as nossas aspirações de chegar a um acordo político (...) E esta é uma decisão bastante perigosa", disse Dmitri Peskov, porta-voz da Presidência russa, em um vídeo publicado pela imprensa russa.
O novo chefe de Governo alemão não especificou se seus comentários afetariam futuros envios de armas de Berlim para a Ucrânia, particularmente no que diz respeito aos mísseis de longo alcance Taurus.
Sob o governo anterior do social-democrata Olaf Scholz, a Alemanha - o segundo maior fornecedor de ajuda militar à Ucrânia - recusou-se a entregar os mísseis Taurus, temendo uma escalada de tensões com a Rússia.
Antes de assumir o cargo de chanceler no início de maio, Merz expressou apoio ao envio desses mísseis, que têm um alcance de mais de 500 quilômetros e permitiriam alcançar profundamente o território russo.
No entanto, desde então, ele adotou uma postura mais ambígua, ao afirmar que não detalhará mais as armas que enviará à Ucrânia, por razões estratégicas, para evitar informar Moscou.
Até agora, a Alemanha não entregou armas com alcance superior a aproximadamente 70 quilômetros à Ucrânia.

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