O esquerdista Yamandú Orsi lidera as intenções de voto, aparecendo com índices que variam de 41% a 47%. Ele é professor de história, tem 57 anos e é pupilo do ex-presidente José "Pepe" Mujica.
Ele é seguido pelos candidatos dos principais partidos da coalizão liderada pelo presidente Lacalle Pou, que tem 47% de aprovação, mas não pode buscar a reeleição imediata segundo a Constituição.
O candidato do Partido Nacional, Álvaro Delgado, tem de 20% a 25% das intenções de voto, segundo as pesquisas. Ele é veterinário, tem 55 anos, e foi secretário da Presidência durante o mandato de Lacalle Pou.
Já Andrés Ojeda, do Partido Colorado, está em 3º lugar, com cerca de 15% das intenções de voto. O candidato tem 40 anos, é advogado e está sendo comparado ao presidente argentino Javier Milei pela forma como tem se apresentado.
Mais de 2,7 milhões de uruguaios devem comparecer às urnas para eleger o presidente e o vice-presidente, assim como 30 senadores e 99 deputados.
Caso nenhum dos candidatos obtenha a maioria absoluta, ou 50% dos votos, as eleições uruguaias terão um segundo turno no dia 24 de novembro.
Para a disputa final, tudo indica que Orsi enfrentará Delgado ou Ojeda, que se apoiarão e esperam contar com os votos dos parceiros menores do bloco governante.
Tanto a esquerda quanto a direita desejam conquistar a maioria parlamentar nas eleições deste domingo. Segundo analistas, isso seria fundamental para alcançar a vitória no segundo turno.
Diante deste cenário, as redes sociais se tornaram palco de notícias falsas com o objetivo de desacreditar as eleições.
A equipe de verificação da AFP registrou conteúdos com imagens que fingem ser da imprensa com termos como "fraude" ou "clonagem de envelopes".

Lula visita Uruguai em tentativa de preservar o Mercosul
Independente de quem vencer, não são esperadas grandes mudanças na política econômica.
Todos os candidatos apostam na aceleração do crescimento, que foi afetado pela pandemia e por uma seca histórica, mas está em recuperação. O FMI projeta uma expansão do PIB de 3,2% em 2024 e de 3% em 2025. O grande desafio é reduzir o déficit fiscal.
Por conta disso, os observadores internacionais veem com preocupação uma vitória do plebiscito para modificar o sistema de seguridade social. A medida é defendida pela central sindical única junto com setores da frente ampla, como o Partido Comunista e o Partido Socialista.
"A questão-chave é se ele se concentrará em perseguir seus objetivos políticos de uma forma fiscalmente sustentável, como esperamos, ou se terá que se concentrar em conter as consequências de um plebiscito bem-sucedido sobre a seguridade social", acrescentou.
Todos os candidatos anunciaram que não votarão a favor desta emenda constitucional, e as pesquisas projetam que será rejeitada.

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