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Uso intenso de redes sociais prejudica bem-estar de jovens, aponta relatório

A pesquisa mais recente publicada no Relatório ⁠Mundial da Felicidade, que é anual, baseia-se em ​dados da empresa norte-americana de pesquisa de mercado Gallup e em outros estudos, analisados por uma equipe global liderada pela Universidade de Oxford, na ‌Inglaterra.

O relatório não estabeleceu uma ligação ‌direta. No entanto, ​os pesquisadores da versão deste ano do relatório combinaram os dados da Gallup com os do Programa de Avaliação Internacional de Estudantes da OCDE e outros estudos, ‌o que os levou a concluir que o uso intenso de redes sociais parece reduzir a felicidade.

"A mensagem que chega em alto e bom som é que devemos tentar colocar o social de volta na mídia social", disse à Reuters o professor de economia da Universidade de Oxford Jan-Emmanuel de Neve, um dos editores do Relatório Mundial da Felicidade.

De Neve acrescentou que o conteúdo impulsionado por algoritmos, consumido passivamente e, em sua maioria, do ‌tipo influenciador, teve um impacto mais negativo sobre os usuários do que uma plataforma que conecta as pessoas socialmente.

Com a ressalva de que o impacto ​da mídia social sobre o bem-estar é complexo, ele disse que os dados combinados mostraram que as meninas de 15 ‌anos que usavam plataformas de rede social por mais de cinco horas por dia relataram menor satisfação com a vida em comparação com as meninas da ‌mesma idade que usam menos a ‌mídia social.

Os dados da pesquisa mundial da Gallup mostraram que as avaliações de vida, ou como as pessoas avaliam ⁠sua satisfação com a vida, entre os jovens com menos de 25 anos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia caíram "drasticamente", em quase um ponto em uma escala de 0 a 10, na última década.

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