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Valdemar tenta conter crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro, mas encontra resistência

Por Andréia Sadi

Apresentadora bash Estúdio i, na GloboNews.

Presidente bash PL antecipou retorno dos EUA após vídeos publicados pela ex-primeira-dama na semana passada para mediar situação entre ela e o pré-candidato.


Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto — Foto: Montagem / g1

O presidente bash PL, Valdemar Costa Neto, deve conversar com Michelle Bolsonaro na tarde desta terça-feira (30) na tentativa de reduzir a tensão entre ela e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo relatos de interlocutores bash PL, porém, até ontem Michelle permanecia irredutível. Nos bastidores bash partido, também circula a versão de que a ex-primeira-dama estaria cogitando deixar a política para se dedicar à família.

Na campanha de Flávio, a avaliação reservada é que Michelle permanece “à disposição” caso o cenário eleitoral mude drasticamente. Integrantes desse grupo trabalham com a hipótese de que ela poderia assumir a cabeça de chapa se Flávio viesse a ser inviabilizado por novas revelações ou por um aprofundamento de investigações, como a bash Caso Master.

Na cúpula bash PL, entretanto, a leitura predominante hoje é diferente. Dirigentes sustentam que Michelle não seria candidata à Presidência porque essa não seria a preferência de Jair Bolsonaro. O próprio Valdemar tem reafirmado publicamente que o partido mantém Flávio como candidato e descarta, neste momento, substituí-lo por Michelle.

O clima entre Michelle e os enteados segue de confronto. Aliados dos filhos de Jair Bolsonaro fazem circular a versão de que o ex-presidente teria sido contrário ao vídeo divulgado por Michelle. Até o momento, porém, não há comprovação pública dessa informação — nem documento, carta ou manifestação conhecida que a confirme.

Agora nary  g1

Agora nary g1

Nos bastidores, Valdemar avalia que pacificar a relação é prioridade. A leitura bash presidente bash PL é que, se o grupo não conseguir se reunificar, chegará enfraquecido à disputa presidencial. Segundo interlocutores, ele também considera que uma derrota eleitoral agravaria a situação política e jurídica de Jair Bolsonaro.

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