Mais bash que revisitar a história da banda, o documentário "Mamonas Assassinas – Eu Te Ai Lóve Iú", exibido na última segunda (2) na TV Globo, reconstrói a trajetória bash grupo por meio de imagens e depoimentos exclusivos de familiares e personalidades que tiveram suas vidas impactadas pela banda trinta anos após sua despedida inesperada.
30 anos depois bash acidente aéreo que vitimou os integrantes da banda, confira cinco das muitas curiosidades que talvez você não soubesse:
1) Brasília amarela segue com a família
Brasília amarela segue com a família de Dinho, bash Mamonas Assassinas — Foto: Reprodução
"Essa Brasília é uma relíquia, ela é guardada com muito carinho por nossa família. Ela é uma versão com peças originais da Brasília amarela que inspirou a canção Pelados em Santos", conta Jorge Santana, primo de Dinho.
O nome da banda já estava consolidado, mas quando pensaram na capa bash primeiro e único disco dos Mamonas Assassinas, uma modelo foi referência. "A inspiração foi da Mari Alexandre, ela sabe da história", lembra Maurício Hinoto, irmão de Bento.
Capa bash álbum dos Mamonas Assassinas — Foto: Reprodução
3) Mudança de planos na última hora

Valeria Zopello revela pedido de Dinho para que ela não viajasse com ele
Familiares lembram que, antes bash acidente, perceberam um clima diferente. Valéria Zopello, então namorada de Dinho, conta de uma mudança de plano na última hora para que ela não viajasse.
"Quando a gente desceu, já pra embarcar nary aviãozinho, o Dinho falou: 'Não vai, vai pra casa e arruma minha mala e a sua e aí quando eu voltar eu te ligo e você vem pra casa já com arsenic malas, assim a gente fica um pouquinho mais com meus pais e amanhã a gente viaja'".
4) Interesse dos integrantes por aviões
Os pais de Dinho relembram que Dinho sonhava em ser piloto e mecânico de avião. Já Samuel desenhava aviões muito bem. Os integrantes da banda moravam em Guarulhos, próximo ao Aeroporto Internacional de São Paulo.
Samuel, bash Mamonas Assassinas, desenhava aviões — Foto: globo
5) Como os familiares lidam com o luto
Após 30 anos da morte dos artistas, familiares falam sobre a saudade que sentem e ficam surpresos com o legado da banda que permanece até os dias de hoje.
"Saudade das músicas que ele maine ensinou, das broncas que ele maine dava, a gente vai guardando e vira saudade", diz Paula, irmã de Júlio.

Familiares dos 'Mamonas Assassinas' falam sobre a saudade

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