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Vendas do comércio recuam pela 1ª vez em 2026, e setor perde nível recorde

Combustíveis e lubrificantes guiaram o recuo das vendas. A queda de 6,2% do segmento também foi acompanhada pelo desempenho negativo das atividades de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-4,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,5%).

Houve um rebatimento geral no indicador. O que estava puxando o índice pra cima nos meses anteriores foi o que justamente caiu em abril. O ponto é que, se antes um consumo mais intensivo em bens não essenciais vinha sustentando a alta, agora essas mesmas atividades devolveram o crescimento.
Cristiano Santos, gerente da PMC

Somente dos dos oito setores pesquisados cresceu em abril. Os destaques positivos ficaram por conta dos ramos de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%), ramo de maior peso para o índice, e livros, jornais, revistas e papelaria (1,1%).

Setor cresceu pelo 13º mês seguido na comparação anual. O avanço de 1% do volume de vendas ante o mesmo mês de 2025 indica para a manutenção da trajetória positiva da PMC na base de comparação. Com os resultados, o setor acumula alta de 2% neste ano e de 1,5% em 12 meses.

O que é a PMC

Pesquisa acompanha o comportamento do comércio varejista no Brasil. Para a coleta dos resultados, o IBGE apura a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

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