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Vereadora do PSOL questiona Nunes por cessão gratuita do autódromo de Interlagos para o Lollapalooza

A vereadora Amanda Paschoal (PSOL-SP) ingressou com representação para que o Ministério Público abra um inquérito e apure possíveis irregularidades pelo fato de a Prefeitura de São Paulo ceder o autódromo de Interlagos para o festival Lollapalooza sem cobrar por isso.

Como o Painel revelou nesta quarta-feira (18), a gestão Ricardo Nunes (MDB) cedeu o espaço para os três dias de evento em troca de expor seu logotipo em todas as ações e locais, como tendas, palco e uma torre de seis metros de altura equipada com painel de LED.

No ano passado, a prefeitura havia cobrado R$ 2,7 milhões para ceder o autódromo para a empresa Rock World, responsável pela realização do Lollapalooza.

A vereadora aponta, em sua representação, que a cessão foi feita sem licitação ou chamamento público. Paschoal também aponta que a gestão Nunes assumiu compromissos com despesas de operacionais de trânsito e de apoio logístico.

A prefeitura afirmou, em nota ao Painel, que a cessão do autódromo está baseada no interesse do público e no impacto que o evento gera para São Paulo. Segundo a prefeitura, o Lollapalooza deverá trazer impacto de R$ 500 milhões à cidade e gerar mais de 15 mil empregos diretos e indiretos.

"O Lollapalooza não apenas gera renda e atrai público, mas projeta internacionalmente a cidade de São Paulo", diz a gestão Nunes.

"A cessão do autódromo promove forte estímulo à economia criativa, turismo, hotelaria, alimentação e serviços; dá projeção internacional a São Paulo", completa a prefeitura.

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