Nas imagens, o homem se levanta do sofá ao sentir um primeiro tremor, e abraça a mulher, que estava em uma cadeira adaptada, enquanto a casa onde eles estavam chacoalha.
A casa onde eles estão parece ter sobrevivido ao abalo sísmico.
As imagens foram reproduzidas por diversos meios de comunicação da Venezuela e da Espanha. O g1 não conseguiu identificar a cidade onde as imagens foram captadas.
O presidente do Parlamento venezuelano, Jorge Rodríguez, que informou o novo balanço das vítimas, disse também que o governo registrou, até agora, 250 edifícios que foram totalmente derrubados ou sofreram danos.
O balanço, segundo Rodríguez, é provisório. Equipes de resgate agora lutam para encontrar desaparecidos e retirar pessoas de escombros. Grupos montados por moradores das áreas afetadas para quem está buscando por parentes e conhecidos já registra mais de 24 mil desaparecidos.
Imagem mostra destruição em Catia La Mar, na Venezuela, após terremoto — Foto: Federico Parra/AFP
Entenda terremoto na Venezuela — Foto: Arte/g1
Os dois terremotos que abalaram a Venezuela ocorreram em um intervalo de menos de um minuto e com uma diferença de 5 quilômetros entre eles. O epicentro do tremor mais forte foi registrado na cidade venezuelana de El Guayabo, a 168 km da capital Caracas.
Réplicas ocorreram em cidades costeiras perto da capital venezuelana, como La Guaira, que ficou fortemente destruída. O aeroporto internacional de Caracas também foi fechado.
Além da intensidade dos tremores — de magnitudes 7,2 e 7,5 — a baixa profundidade dos dois abalos também explica o rastro de destruição deixado. Isso porque, quanto mais perto do solo, mais sentido é o terremoto.
Os tremores também ocorreram em áreas densamente populadas. Um cálculo feito pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), estimou, com base nessas variáveis, que o número de mortos possa passar de 10 mil pessoas.

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