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Violência não deve ser usada contra chefes de Estado, diz governo russo sobre pressão dos EUA contra Cuba

O governo russo afirmou nesta quinta-feira (21) que não aprova a pressão que os Estados Unidos estão exercendo sobre Cuba e disse que a violência não deve ser usada contra chefes de Estado em nenhuma circunstância.

Os Estados Unidos anunciaram na quarta-feira (20) acusações de assassinato contra o ex-presidente cubano Raúl Castro, em uma escalada de pressão contra a ilha caribenha.

“Acreditamos que a pressão que está sendo exercida sobre Cuba não pode ser tolerada. Acreditamos que, sob nenhuma circunstância, tais métodos — métodos de violência — devem ser usados contra ex-chefes de Estado ou chefes de Estado em exercício”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, segundo a agência RIA Novosti.

“Não aprovamos isso”, acrescentou.

China denuncia 'abuso dos meios judiciais'

"A China sempre se opôs firmemente às sanções unilaterais ilegais, que carecem de fundamento no direito internacional e (...) se opõe ao abuso dos meios judiciais. Se opõe às pressões exercidas por forças externas contra Cuba, sob qualquer pretexto", declarou à imprensa o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun.

O porta-voz acrescentou que a China "apoia firmemente Cuba na defesa de sua soberania e dignidade nacionais e se opõe à interferência externa".

*Com informações da Reuters e da AFP.

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