Em um post na rede social X, Zelensky contou que discutiu esse desejo com o chanceler da Áustria, Christian Stocker, em uma conversa telefônica e que espera que todos os membros do bloco europeu apoiem a adesão do país:
Segundo o presidente ucraniano, a Rússia realizou um novo ataque massivo com drones nesta terça. A maioria dos 52 foi interceptada, disse ele no X, porém houve impactos na parte central de Odessa e em Kharkiv. Uma instalação de energia também foi atingida, resultando em danos significativos.
Zelensky em videoconferências nesta terça (27) — Foto: X / Reprodução
As negociações pelo fim da guerra
As garantias de segurança citadas no post estão entre as principais exigências do presidente ucraniano para chegar a um acordo de paz com a Rússia que dê fim à guerra entre os dois países, que em breve completa quatro anos.
O presidente dos EUA, Donald Trump (à direita), e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
O líder ucraniano tem dito diversas vezes que a integridade territorial da Ucrânia deve ser preservada em qualquer acordo de paz para encerrar a guerra. Em contrapartida, a Rússia exige que só vai concordar em encerrar o conflito se Zelensky aceitar ceder a soberania de todo Donbas.
Os termos do acordo para as garantias foram finalizados em uma reunião entre os líderes ucraniano e norte-americano às margens do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na semana passada.
Negociações pelo fim da guerra

Segunda reunião trilateral entre EUA, Ucrânia e Rússia termina sem resolução sobre guerra
As duas reuniões trilaterais, ocorridas durante o final de semana em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, terminaram sem um acordo entre as partes para finalizar o conflito.
Zelensky chamou as conversas de "construtivas", mesmo termo foi utilizado pelo governo dos Emirados Árabes Unidos. Já a Rússia afirmou que o encontro foi "um começo construtivo" e que as negociações pelo fim da guerra continuariam durante esta semana.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou na segunda-feira que Trump continua engajado pela paz na guerra da Ucrânia e chamou de "históricas" as reuniões ocorridas no final de semana nos Emirados Árabes.

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