O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), minimizou nesta quinta-feira (15) os resultados da pesquisa Genial/Quaest divulgada no dia anterior que o mostrou distante dos primeiros colocados na campanha presidencial deste ano.
Ao ser perguntado pela Folha sobre o tema, ele disse estar "felicíssimo" com o resultado da pesquisa.
"Oito anos atrás, quando eu comecei a minha campanha [para governador] em Minas, o meu número era dez vezes menor do que esse. Eu não tenho medo de número pequeno, tenho medo é de quem não trabalha, não faz boas entregas", disse a jornalistas após um evento organizado pela Cemig em Serra da Saudade, o município menos populoso do Brasil.
"Durante a minha campanha de 2018, eu fui a mais de 200 cidades diferentes e [agora] é questão de nós andarmos o Brasil e mostrarmos que temos propostas que são aquelas que o brasileiro quer: combater a corrupção e dar transparência a tudo que os governantes gastam", afirmou.
Ele ainda fez menção a ordens de sigilo de documentos no governo Lula (PT) e disse que "em Minas nós mostramos tudo" e em Brasília "só daqui a cem anos". "Aqui não temos escândalo de corrupção, nem gente incompetente no governo, que é o que parece que não está faltando em Brasília. Então, à medida que nós mostrarmos isso, esses números devem mudar", acrescentou.
A pesquisa feita pela Genial/Quaest aponta que, em um eventual segundo turno nas eleições de outubro, Zema receberia 31% dos votos, contra 46% de Lula. Nesse caso, a parcela dos que não votam ou votam branco ou nulo seria de 19% e de indecisos, 4%. Zema somou dois pontos percentuais a menos do que em dezembro, dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.
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De acordo com a pesquisa, o candidato de direita mais bem colocado numericamente em um eventual segundo turno seria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Em uma disputa com Lula, ele aparece com 39%, contra 44% do atual presidente. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem 38%, contra 45% de Lula.
Numericamente, Zema aparece com percentuais menores do que os do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Em simulações de primeiro turno, o mineiro marcou de 2% a 5%, a depender dos adversários.
Em 2018, quando venceu a disputa pelo governo estadual, Zema surpreendeu na reta final do primeiro turno. Na ocasião, o crescimento da campanha fez com que o então governador, Fernando Pimentel (PT), ficasse de fora do segundo turno. Já na segunda votação, a vitória foi sobre o ex-governador e atual ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Antonio Anastasia, então filiado ao PSDB.

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