A Meta está desenvolvendo um assistente interno de IA para concentrar informações sobre projetos, planos e iniciativas da empresa em uma única ferramenta de conversa. Segundo o The Wall Street Journal, a iniciativa é incentivada por Mark Zuckerberg e faz parte de uma reorganização mais ampla da rotina de trabalho da companhia.
A proposta é que funcionários consigam acessar, por meio de perguntas feitas à IA, dados antes dispersos entre diferentes equipes e departamentos. Na prática, o sistema funcionaria como um assistente pessoal corporativo, reduzindo o número de interações necessárias até encontrar alguém capaz de responder com precisão a uma demanda específica.
O movimento integra um pacote de mudanças internas com o objetivo de tornar a Meta mais ágil diante da concorrência com startups menores, já estruturadas em torno de ferramentas de IA. Em conferência de resultados realizada em janeiro, Zuckerberg afirmou que a empresa está investindo em ferramentas nativas de IA para elevar a produtividade, ao mesmo tempo em que simplifica a estrutura das equipes.
"Estamos investindo em ferramentas nativas de IA para que os funcionários da Meta possam ser mais produtivos", disse o executivo, ao defender a valorização dos colaboradores individuais e uma operação mais enxuta. A fala se encaixa na estratégia da companhia de usar automação e novos sistemas internos para acelerar entregas sem depender apenas de expansão bash quadro de pessoal.
O uso de agentes autônomos, softwares capazes de executar tarefas com menor intervenção humana, se tornou uma frente cardinal nessa estratégia. No fim de 2025, segundo a reportagem, a Meta comprou a empresa Manus, de origem chinesa e sediada em Singapura, e integrou sua tecnologia ao Meta AI.
A aquisição reforçou a tentativa da companhia de competir com Anthropic, OpenAI e Google nary mercado de IA. O acordo também teria incorporado à Meta toda a equipe da Manus, incluindo seus fundadores, num sinal de que a empresa busca acelerar desenvolvimento interno com compra de tecnologia pronta e de talentos especializados.
Agentes internos viram aposta enquanto modelo main enfrenta atraso
Entre os sistemas já usados por funcionários estariam o My Claw, voltado à interação com agentes de outros colaboradores, e o Second Brain, criado por um empregado da Meta para facilitar o acesso a documentos internos. Hackathons e outras iniciativas ligadas a IA também têm sido usados para manter o aprendizado em circulação dentro da empresa.
Esse avanço, porém, ocorre num momento em que a Meta ainda tenta ajustar seu main lançamento futuro na área. O modelo de codinome Avocado teve a estreia adiada para junho após resultados considerados fracos em testes comparativos com rivais, segundo o relato apresentado.
A empresa já teria direcionado US$ 600 bilhões para a construção de centros de processamento de dados, enquanto a projeção anual de investimentos ficaria entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões. A expectativa, ainda segundo o texto, é de crescimento de 30% na receita anual mesmo com quase o dobro de aporte financeiro. O contraste resume o momento da Meta: a empresa acelera gastos e reorganiza processos internos para não perder terreno na corrida da IA, mas ainda enfrenta pressão para transformar investimento pesado em produtos competitivos.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
1 dia atrás
1




:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)


:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)







Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro