A cadeira do ministro Ricardo Lewandowski, que deixa hoje o ministério da Justiça, nem esfriou e a bolsa de apostas em Brasília já está bombando. Com o pedido de demissão antes do previsto, vários nome circulam desde o início da semana. São diferentes perfis, cada um com seus pontos fortes e fracos.
Um dos nomes citados por fontes do Planalto é o do atual advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva. Ele chegou a ocupar a pasta da Justiça interinamente no governo Dilma e depois a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil até ser nomeado por Lula para a Petrobras.
Os padrinhos políticos de Wellington figuram entre os aliados mais próximos ao presidente: o advogado-geral da União, Jorge Messias, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner (PT-BA). Entre as desvantagens está o perfil mais técnico do que político em ano eleitoral.

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