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A ética ambígua de Fachin na defesa de Toffoli

A ética de Fachin, pelo visto, serve ao interesse em se manter em harmonia com os pares, ainda que a Constituição, a lei processual penal e a imagem do STF sejam claramente violadas.

Pela conduta de Fachin, balizada por escrito do ministro decano Gilmar Mendes, cuja postura ética dispensa comentários, o STF está acima da Constituição.

Para se ter ideia, o contrário do juiz natural, pré-estabelecido pela Constituição, é o juiz de exceção. O juiz de exceção é parcial, do vale tudo.

No caso do Banco Master, Toffoli atua como juiz de exceção: designado ad hoc para um caso certo e determinado, após provocação direta de Gabriel Vorcaro, controlador da instituição.

Fachin, sempre retraído, cerimonioso e recatado, surpreendeu.

Em resumo, mal recebeu o bastão presidencial e já partiu para ilegítima defesa corporativa. Saiu, sem constrangimento, em defesa e apoio a Toffoli, que, perante o comum dos mortais, atua abusivamente.

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