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Agentes de IA chegam ao agro brasileiro unindo robô, trator e soja

Nada é mais sustentável do que produzir uma tonelada de cana ou uma saca de soja a mais por hectare. A gente ganha muita produtividade com todos os nossos sistemas, mas, quando vai para a redução e uso racional de recursos, o salto é muito grande
Denis Arroyo, vice-presidente global da Solinftec

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Cativa do uso intensivo de mão de obra no passado, o agronegócio já passou por uma transformação radical com a chegada de máquinas. Tratores e colheitadeiras conectados, ao mesmo tempo, executam o trabalho e avaliam sua eficiência. Colocam na mão de agrônomos e outros profissionais quantidades vastas e ricas de dados.

Compreender esse quebra-cabeça é tarefa árdua, mas ocupa apenas parte do dia de gente com diversas atribuições. Agentes de IA surgem para descomplicar esse cenário. Ainda assim, Arroyo conta que a reação de gestores de fazendas ao tomar contato com a IA não é bem de alívio.

"Mostrei a um diretor agrícola e, na hora, em que ele olhou para tudo isso, a primeira leitura dele foi: 'Vou perder meu emprego'. Aí eu falei: 'É o contrário, você vai refinar seu trabalho agora'", conta.

Não é que, hoje em dia, seja coisa rara a telemetria de equipamentos agrícolas (esse é o nome chique do uso de sensores). Nas contas da Solinftec, são suas clientes 90% das usinas sucroalcoleiras, algo em torno de metade dos plantadores de soja e parte de que cultiva papel e celulose. Ainda assim, a automatização dá aquele frio na espinha.

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