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'Assassinatos e crimes' não irão parar as Forças Armadas do Irã, diz líder supremo

A declaração foi dada em meio a uma mensagem de luto do iraniano pela morte do general Majid Khademi, chefe de Inteligência da Guarda Revolucionária, anunciada por Israel e classificada como "terrorismo" por Motjaba Khamenei.


Israel e Irã voltam a trocar ataques

Israel e Irã voltam a trocar ataques

O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou que "assassinatos e crimes" não irão parar as Forças Armadas iranianas em uma postagem no Telegram nesta segunda-feira (6).

"Mais uma vez, o inimigo americano-sionista, que na guerra imposta contra a nação e os valentes combatentes do Irã Islâmico, e em seus planos perversos, sofreu derrotas sucessivas, recorreu à sua arma habitual: o terrorismo. (...) Contudo, a firme fileira dos combatentes e dos defensores da verdade tornou-se tão sólida e inabalável que nem o terror nem o crime podem abalar", escreveu Khamenei na mensagem.

Mensagem do líder supremo do Irã em homenagem a general morto — Foto: Telegram / Reprodução

Trump se referiu a iranianos como animais

"Não, porque eles são animais", disse Trump durante conversa com repórteres em um evento de Páscoa na Casa Branca. "Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)".

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao lado da primeira-dama dos EUA, Melania Trump, comem chocolate durante evento de Páscoa na Casa Branca, em 6 de abril de 2026. — Foto: Mark Schiefelbein/ AP

Nesta segunda, Trump também confirmou ter rejeitado a proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão. Como justificativa, disse que o texto "foi um ato significativo (por parte do Irã), mas ainda não bom o suficiente".

O governo iraniano, segundo agências de notícias do país, expressou preocupação de que os ataques podem constituir um crime de guerra.

👉 Contexto: as normas do direito internacional que regem guerra proíbem países de atacar alvos civis em casos de conflitos e estabelecem que casos do tipo podem constituir um crime de guerra, a ser julgado por um tribunal internacional.

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