Em pronunciamento, Trump detalhou a operação, ocorrida ao longo do fim de semana — o piloto havia desaparecido na quinta-feira, após ejetar durante um ataque do Irã que alvejou o avião militar em que ele estava e que sobrevoava o território iraniano.
Ao todo, segundo Trump, a operação envolveu:
- 200 militares;
- 155 aeronaves, entre elas: quatro bombardeiros, 64 caças, 48 aviões-tanque de reabastecimento e 13 aeronaves de resgate;
- Troca de tiros com combatentes iranianos durante as buscas;
- Táticas para "enganar" forças do Irã.
Entre os aviões, a maioria serviu para "despistar" forças iranianas que também buscavam o piloto norte-americano desaparecido, segundo o presidente norte-americano.
O piloto foi resgatado no domingo (5), segundo o próprio presidente norte-americano noticiou. Washington disse que o soldado havia sido resgatado em estado grave.
No pronunciamento, Donald Trump confirmou ainda relatos da imprensa norte-americana de que o piloto se refugiou em uma caverna em uma montanha próxima do local onde ele caiu de paraquedas. Segundo o presidente norte-americano, o piloto, embora muito ferido pela aterrissagem, seguiu um protocolo das Forças Armadas dos EUA e escalou uma montanha, se afastando do local da queda.
"Ele escalou paredões rochosos, sangrando profusamente, tratou seus próprios ferimentos e contatou as forças americanas para transmitir sua localização". A transmissão, de acordo com Trump, foi feita através de um dispositivo tipo pager.
Mais cedo, Trump se referiu aos iranianos como animais. Trump deu a declaração ao ser questionado se estaria cometendo um crime de guerra se atacar estruturas civis do país
No domingo (5), em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que vai atacar infraestrutura civil caso o governo iraniano não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até a terça-feira (7).
O governo iraniano, segundo agências de notícias do país, expressou preocupação de que os ataques podem constituir um crime de guerra.
👉 Contexto: as normas do direito internacional que regem guerra proíbem países de atacar alvos civis em casos de conflitos e estabelecem que casos do tipo podem constituir um crime de guerra, a ser julgado por um tribunal internacional.
'Tomaria o petróleo se pudesse'
Também nesta segunda, Trump afirmou que, se pudesse escolher, tomaria o petróleo do Irã.
Na conversa com jornalistas, Trump voltou a dar declarações ambíguas sobre a relação com o Irã. Primeiro, disse achar que o governo iraniano está negociando "de boa fé". Logo depois, no entanto, afirmou estar "muito chateado" com o país e que, por isso, o Irã vai "pagar um grande preço por isso".
O presidente dos EUA também confirmou ter rejeitado a proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão. Como justificativa, disse que o texto "foi um ato significativo (por parte do Irã), mas ainda não bom o suficiente".
Trump confirmou, ainda, que o novo "prazo final" para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz é nesta terça-feira (7), como havia indicado em postagem mais cedo. E disse que "poderíamos sair agora mesmo se quiséssemos, mas eu quero terminar o trabalho".

Israel e Irã voltam a trocar ataques

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