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Barbosa: Wagner estará na origem de leilão na BA que se conectou ao Master

Mariana Barbosa disse que a estatal acumulava prejuízos e que a privatização não atraiu interessados até que o modelo foi redesenhado. Ela afirmou que, na disputa final, apareceu apenas "um laranja do Augusto", referência a Augusto Lima, sócio de Daniel Vorcaro até 2024.

Essa rede continuou e dava prejuízos homéricos. Estava com R$ 600 milhões acumulado de prejuízo. Eles tentaram privatizar e ninguém queria comprar. Depois do leilão, que não atraiu ninguém, só um laranja do Augusto, eles mudaram as regras.
Mariana Barbosa

O Augusto se afastou do Vorcaro formalmente em 2024, mas o Augusto chegou a ser presidente do banco e ele foi o primeiro sócio do Vorcaro no Máxima. Eles se aproximaram quando o Augusto tava pra ganhar uma licitação.
Mariana Barbosa

Ela explicou que, com as novas regras, o cartão deixou de ser apenas um meio de compra e passou a permitir práticas típicas de crédito, como rotativo. Também afirmou que o contrato teria dado exclusividade por 15 anos, com consignação de parte do salário.

Eles permitiram que o dono do contrato fizesse qualquer coisa com esse cartão e fazer crédito rotativo. Eles ganharam 15 anos de exclusividade, podendo consignar 30% do salário do servidor.
Mariana Barbosa

Na avaliação da colunista, o desenho prejudicou o servidor ao empurrar o cliente para o rotativo e elevar o custo. Ela disse que o produto "não é ilegal" por estar dentro das normas criadas, mas chamou de "imoral".

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