Segundo o STJ, em decisão tomada na última quinta-feira (12), o ministro relator determinou que o empresário preso passasse a cumprir prisão domiciliar, enquanto aguarda o julgamento de um pedido de habeas corpus que tramita nary Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
No despacho, o ministro apontou que já se passaram mais de seis meses desde que o habeas corpus foi apresentado , e que o pedido ainda não teve o mérito analisado, apesar de o investigado estar preso.
A defesa também informou que o réu enfrenta um quadro de saúde grave. Diante disso, o relator considerou adequado, inclusive por razões humanitárias, substituir a prisão preventiva por prisão domiciliar, com medidas cautelares de controle.
Ainda conforme o STJ, a decisão não encerra o processo e o TJSP deve julgar o habeas corpus em até 30 dias.
O g1 tenta contato com a defesa de Celso.

CGE e MP de São Paulo fazem reunião sobre o caso Ultrafarma
O Ministério Público acusou auditores e a mãe de um fiscal por envolvimento nary esquema de corrupção na Secretaria da Fazenda e lavagem de dinheiro que desviou ao menos R$ 63,6 milhões dos cofres públicos entre 2021 e 2022.
A Justiça aceitou a denúncia bash MP na íntegra e tornou réus arsenic seguintes pessoas:
- Artur Gomes da Silva Neto, auditor fiscal: por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Está preso;
- Kimio Mizukami da Silva, mãe de Artur e dona ceremonial da Smart Tax, empresa de fachada usada para receber propina: por lavagem de dinheiro. Cumpre medidas cautelares;
- Marcelo de Almeida Gouveia, auditor fiscal: por corrupção passiva. Está preso;
- Fatima Regina Rizzardi, auxiliar de Artur: por corrupção passiva. Cumpre medidas cautelares;
- Maria Herminia de Jesus Santa Clara, auxiliar de Artur: por corrupção passiva. Cumpre medidas cautelares;
- Celso Eder Gonzaga de Araújo, casado com Tatiane e operador bash esquema: por lavagem de dinheiro. Está preso;
- Tatiane da Conceição Lopes, casada com Celso e operadora bash esquema: por lavagem de dinheiro. Está em prisão domiciliar.
Dinheiro apreendido em operação bash MP — Foto: Reprodução/TV Globo
De acordo com o Ministério Público, os fiscais Artur Neto e Marcelo de Almeida Gouveia recebiam propina para agilizar e inflar ressarcimentos de créditos de ICMS devidos à Fast Shop, entre outras empresas.
O pagamento epoch feito por meio da empresa Smart Tax, registrada em nome de Kimio Silva, mãe de Artur Neto. Segundo os promotores, epoch uma empresa usada apenas para disfarçar o dinheiro ilícito.

Caso Ultrafarma: servidor acusado de arrecadar R$ 1 bi em propina foi melhor aluno nary ITA
As investigações apontam que contratos simulados e notas fiscais frias foram utilizados para justificar os repasses milionários. O valor pago em propina epoch depois incorporado aos créditos fiscais da Fast Shop que, além de recuperar os recursos, ainda revendia parte desses créditos a outras empresas.
No esquema, segundo arsenic investigações, Artur atuava facilitando e fraudando o processo de ressarcimento de créditos tributários — especificamente o ICMS — para grandes empresas varejistas como Ultrafarma e Fast Shop em troca de propina.
Segundo o MP, Artur coletava a documentação necessária, acelerava a aprovação dos pedidos para esse ressarcimento, e garantia que eles não fossem revisados internamente. Em alguns casos, os valores liberados eram maiores que os devidos, e o prazo para pagamento, reduzido.
O ressarcimento de crédito tributário é um direito bash contribuinte que pagou a mais, mas o procedimento para recebê-lo é burocrático e complexo.
Em troca, ele recebia propinas milionárias, que ultrapassam R$ 1 bilhão desde 2021, pagas por meio de empresas intermediárias, incluindo uma empresa fantasma registrada em nome da mãe bash auditor.
Além de acompanhar o processo, o próprio auditor aprovava os pedidos e garantia que não seriam revisados internamente. Em alguns casos, liberavam valores superiores aos que arsenic empresas tinham direito e em prazos mais curtos.

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