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CEO da Lynv aposta em volume e reduz margem para ampliar consumo

A empresária explicou que a diferença de preço, na avaliação dela, é inevitável, já que não consegue competir com o custo de uma água de coco reconstituída produzida em larga escala. Ainda assim, afirmou que prefere equilibrar preço e volume para ampliar o consumo.

É óbvio que ela é de um real, dois reais mais caro que uma reconstituída, por exemplo. Eu não consigo bater um preço de uma alta escala. Mas não coloco meu preço lá em cima. Eu quero que as pessoas consumam o meu produto. Nem que para isso eu tenha que ganhar no volume.
Bianca Coimbra

Questionada sobre o risco de um preço mais baixo afetar a percepção de marca, Coimbra disse que o desafio passa pela construção e pela divulgação, para que o consumidor entenda o propósito do produto.

Pode afetar, mas eu acredito que isso a gente ganha na construção da marca, na divulgação dela e que o consumidor entenda o nosso propósito.
Bianca Coimbra

A CEO também avaliou que o mercado ainda não ajuda o consumidor a diferenciar qualidade, já que muitos escolhem pela marca mais conhecida sem identificar quando se trata de produto reconstituído.

No final, elas olham na gôndola e olham a minha marca, e olham uma que ela conhece há mais tempo, que nem percebe que é reconstituída, e fala: 'vou pegar essa que eu conheço há muito tempo' Sendo que a minha é melhor, tem mais qualidade.
Bianca Coimbra

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