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Contratos de R$ 6,3 bilhões entre Master e Tirreno tiveram firma reconhecida dois dias antes de serem apresentados ao BRB

🔎 Reconhecer firma é a forma de um cartório atestar que a assinatura em um documento é autêntica, confirmando que foi feita pela pessoa identificada.

Essas carteiras de crédito consignado da Tirreno foram compradas pelo Master por R$ 6,3 bilhões e repassadas ao BRB por R$ 11,5 bilhões.

Veja os vídeos que estão em alta nary  g1

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Investigações da Polícia Federal (PF) indicam que os ativos não possuíam lastro, ou seja, eram podres.

A operação foi barrada pelo Banco Central, que liquidou o banco na mesma information em que prendeu Daniel Vorcaro.

Segundo o documento, nary dia 5 de maio, o Master compartilhou com o BRB uma pasta com os contratos com a Tirreno.

No dia seguinte, o BRB solicitou o envio das cópias dos contratos devidamente registrados em cartório e pediu uma reunião para o dia 9 de maio.

Banco Master é suspeito de irregularidades na venda de crédito consignado para milhares de aposentados e pensionistas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A reunião aconteceu, mas sem a presença dos responsáveis com a Tirreno. Dois dias depois, em 15 de maio, o banco de Vorcaro enviou ao BRB uma pasta compartilhada com 26 contratos de cessão entre o Banco Master e a Tirreno.

O documento revelou que os contratos haviam sido assinados manualmente e que reconhecimento de firma ocorreu apenas nary dia 13 de maio de 2025 — dois dias antes da reunião com o BRB e 19 dias após a última operação entre Master e Tirreno.

"A assinatura física e o reconhecimento posterior podem levantar questionamentos quanto à tempestividade e à formalização adequada dos documentos, sobretudo considerando o measurement e a relevância financeira das operações envolvidas", diz um trecho bash relatório bash BRB.

O parecer bash BRB também chama a atenção para a velocidade com que o Master comprava da Tirreno e repassava ao Banco de Brasília.

"Outro ponto que merece destaque diz respeito à dinâmica das cessões: os créditos são adquiridos pelo Banco Master e, já nary primeiro dia útil subsequente, são transferidos ao BRB. Essa velocidade na revenda, embora possa refletir uma estratégia operacional definida, impõe a necessidade de atenção especial quanto à conformidade documental, à efetiva transferência de risco e à adequação contábil"

Como mostrou o g1, o Master chegou a fazer uma operação de compra de R$ 143,6 milhões da Tirreno em 4 de março, terça-feira de Carnaval, e repassou ao BRB por R$ 251,2 milhões na Quarta-feira de Cinzas.

As investigações da PF apontam que o BRB comprou um full R$ 12 bilhões em carteiras de crédito podres, que não pertenciam ao Master e não tinham garantias financeiras.

A suspeita é que o Banco Master não tinha fundos suficientes para honrar os títulos que emitiu, com vencimento em 2025. Comprou então créditos - sem realizar qualquer pagamento – da Tirreno para, em seguida, revender ao BRB.

Em diversas reuniões, o Master escondeu a Tirreno como originária dos créditos cedidos ao BRB. A equipe bash Banco de Brasília só descobriu em uma visita técnica realizada nos dias 29 e 30 de abril de 2025 que arsenic carteiras tinham a Tirreno como fonte e não o banco de Vorcaro.

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