O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (11) que o ministro Fernando Haddad (Fazenda), seu provável adversário na eleição para o governo do estado deste ano, aumentou um imposto a cada 30 dias.
A fala foi uma resposta a Haddad, que em entrevista a José Luiz Datena na semana passada afirmou que o Governo de São Paulo é blindado de críticas.
"Você, sendo da mídia, acha que isso é verdade? A mídia sempre vai criticar. Ninguém é blindado de crítica em lugar nenhum. Tem bom trabalho e tem trabalho que é ruim. O que eu posso fazer se ele aumentou um imposto a cada 30 dias? Não é culpa minha, é culpa dele", disse Tarcísio após a fala de Haddad ser mencionada.
Ao ser questionado sobre como irá enfrentar a disputa eleitoral, o governador de São Paulo afirmou que "não escolhe adversário". "A gente vai mostrar o que nós fizemos e o que temos de projeto."
Segundo a última pesquisa Datafolha, publicada na semana passada, Tarcísio é o líder isolado das intenções de voto em todos os cenários da disputa paulista, com taxas superiores a 40% no primeiro turno. Nas simulações de segundo turno, o governador vence com pontuações que variam de 50% a 60%.
Já Haddad marca 31% no primeiro turno, pontuando melhor do que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do que a ministra Simone Tebet (MDB). Num segundo turno contra Tarcísio, no entanto, o ministro perde com uma diferença de 19 pontos percentuais.
Sobre as duas vagas para o Senado que também serão decididas na eleição deste ano, o governador disse estar "muito confiante".
"A gente vai fazer um esforço muito grande de campanha, mostrar o quanto é importante a gente ser bem representado no Senado e ter um alinhamento completo. A gente vai defender a candidatura presencial, ao governo do estado e as candidaturas ao Senado também, e a gente espera que isso possa sensibilizar o eleitor paulista. Estou muito confiante em relação às vagas do Senado", disse.
As intenções de voto para a Casa, no entanto, estão sendo lideradas pela esquerda. Haddad e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) foram os mais bem colocados na pesquisa Datafolha, que apontou melhor desempenho no campo progressista do que na direita.
O levantamento foi feito antes de Haddad definir, nesta semana, que deixará a pasta da Fazenda para ser candidato ao Governo de São Paulo.
Apesar de ter comentado a disputa, Tarcísio afirmou que não sabe quem será o segundo candidato apoiado por ele no estado. Uma das vagas deve ser disputada por Guilherme Derrite, deputado federal e ex-secretário do governador.
"Quem for escolhido vai representar bem o estado de São Paulo", afirmou Tarcísio.

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2 semanas atrás
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