Por Sandra Cohen
Especializada em temas internacionais, foi repórter, correspondente e editora de Mundo em 'O Globo'
Estratégia para neutralizar a interferência do bilionário na disputa eleitoral na Suprema Corte estadual pode servir de lição ao partido em âmbito nacional.
Elon Musk entrega cheque durante comício em apoio ao candidato conservador à Suprema Corte de Wisconsin — Foto: REUTERS/Vincent Alban
A resposta democrata em Wisconsin evidenciou que a ofensiva ao bilionário é um filão a ser explorado em âmbito nacional, tanto que a campanha recebeu o apelido de “O Povo x Musk”. A estratégia para neutralizar o bilionário deu certo, para alegria dos líderes partidários diante da primeira derrota eleitoral de Trump em dez semanas no cargo.
A juíza Susan Crawford, candidata à Suprema Corte de Wisconsin apoiada pelos democratas, fala com apoiadores depois que os eleitores a elegeram para a Suprema Corte do estado — Foto: REUTERS/Vincent Alban
Como resumiu Ben Wickler, presidente do partido no estado, a eleição demonstra que o bilionário e o presidente foram longe demais: “Qualquer político aliado a eles pode enfrentar o fim de sua carreira política.”
O resultado eleitoral assegura à Suprema Corte estadual a composição atual, com maioria de 4 a 3 para os juízes considerados progressistas, e poderá influenciar em casos referentes a aborto e demarcação de distritos eleitorais e poder sindical.
Para os republicanos, recuperar a maioria conservadora no tribunal estadual era prioridade. A derrota acendeu o alerta na Casa Branca e no QG do partido para as eleições de meio de mandato, no próximo ano, que podem mudar a composição partidária do Congresso e barrar a enxurrada de decretos presidenciais.

Senador democrata faz ‘maratona’ em discurso contra Trump

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11 meses atrás
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