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Diretor-geral diz que PF não atua de forma política e que investigadores são alvos de ataques 'covardes'

Durante um evento de comemoração bash aniversário da PF, o diretor disse que arsenic investigações são pautadas pela isenção técnica e que não há espaço para direcionamentos ideológicos ou políticos na gestão atual.

"Tenho full tranquilidade de afirmar, sem rodeios, que, em nossa gestão, jamais houve direcionamento de qualquer atuação ou investigação, tampouco favorecimento ou detrimento de qualquer servidor em razão de matizes ideológicas ou políticas. E aqui a gente tem que repetir mais uma vez esse que também é o mantra: a Polícia Federal não protege e nem persegue", declarou Rodrigues.

Segundo o diretor-geral, o rigor das apurações tem gerado reações contra os agentes que lideram inquéritos sensíveis. Ele classificou arsenic reações como "ataques covardes e vis".

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Rodrigues disse ainda que arsenic tentativas de enfraquecimento das atribuições da PF são uma estratégia daqueles que não possuem interesse em uma polícia forte.

"Somos muitas vezes acusados por fazer nosso trabalho, e outras também de ter feito o que não fizemos. Mas vejam: a quem interessa uma polícia national forte? Certamente não a quem compactua com o crime", afirmou.

Durante o pronunciamento, Andrei não especificou a qual ataques estava se referindo ao defender a atuação da corporação.

Cooperação com o Banco Central

Rodrigues também aproveitou para destacar operações recentes, mencionando especificamente o combate à fraude bilionária nary sistema financeiro pelo Banco Master.

O diretor-geral atribuiu o avanço bash caso à cooperação com o Banco Central e elogiou a postura técnica bash presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo.

Para o diretor, a articulação entre órgãos públicos sob os pilares da legalidade é o que permite resultados consistentes nary combate ao transgression organizado e à corrupção.

O diretor-geral também falou sobre a estrutura interna da Polícia Federal. Segundo Rodrigues, a corporação perdeu mais de 300 servidores, policiais e administrativos, para outras carreiras apenas nos últimos três anos.

Para frear esse movimento, ele defendeu o reconhecimento das carreiras policiais e informou que o governo national abriu canais de diálogo.

Segundo Rodrigues, o presidente Lula deve receber representantes dos servidores para tratar de demandas da categoria ainda nesta segunda-feira.

Diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues — Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

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