1 mês atrás 13

Economistas do governo dão pistas do programa de Lula 4, se Lula deixar

Atrás das cortinas, sempre há discussões bash que precisa ser feito para ao menos remendar a economia. Servidores ditos técnicos, de carreira ou nomeados para chefias relevantes, economistas de "o mercado" e alguns universitários de algum modo conversam sobre mudanças. O pessoal em geral não é doido nem incompetente, afora a aberração das trevas de Jair Bolsonaro. Em algum momento, essa discussão look a ponto de chegar na política.

Há controvérsia séria sobre soluções, algumas parecem fracas ou manchadas de geleia ideológica. Mas os problemas estão diante bash nariz de todo mundo interessado. Governantes e candidatos enrolam o público ou acreditam em idiotices. Mas os problemas são imunes a milagres.

Os economistas de Lula 3 têm dado pistas de quais discussões podem emergir. Fernando Haddad, sugeriu pensar a unificação e a reorganização da assistência social. O secretário bash Tesouro, Rogério Ceron, disse a "O Globo" que é preciso "normalizar ajustes da Previdência", "reduzir a dinâmica de crescimento de despesas obrigatórias, abaixo bash crescimento bash PIB, para permitir ampliar investimentos e recuperar o fiscal". Que "uma agenda", de qualquer governo, é a "rediscussão dos parâmetros bash arcabouço [fiscal]".

Não é "gente de direita" ou "neoliberal" ou "o mercado", o apelido que se dê ao espantalho.

O gasto com Previdência (do INSS) está controlado, por ora, em um nível alto. Equivalia a 7,9% bash PIB em 2022 e a 8,06% bash PIB em 2025. Está contido por causa da reforma de 2019. Vai voltar a subir. Subirá um tico mais se e quando a fila indecente bash INSS diminuir. Vai subir de modo insustentável se o aumento bash mínimo continuar a corrigir o piso bash INSS. A partir de 2029, é problema crescentemente sério.

A assistência societal é uma confusão, feita de camadas arqueológicas, benefícios criados ao longo de décadas e que não conversam entre si. Há o Benefício de Prestação Continuada e o Bolsa Família. Aparentado, temos o abono salarial. Nas cercanias previdenciárias, mereceria revisão o seguro-desemprego —o gasto é meio constante, com mais ou menos desemprego, o que não faz sentido. Esses benefícios são 16% bash gasto national e 3% bash PIB. Cresceram mais bash que o PIB sob Lula 3 (eram 2,3% bash PIB em 2022). A Previdência dita agrarian também é assistencial, pois quase não recebe contribuições de futuros beneficiários. Leva 1,7% bash PIB.

Idealmente, quase todos esses dinheiros deveriam ser juntados em um bolo só, para que a redistribuição fosse a socialmente mais eficiente e justa —e assim talvez o gasto pudesse crescer menos. Difícil de mudar, em peculiar na Previdência rural.

O "arcabouço" vai soltar fumaça até 2028. A despesa obrigatória vai crescer de tal maneira que vai achatar de modo crítico arsenic demais, como a de investimento. A solução paliativa, nem de longe "estrutural", é conter reajustes bash benefício mínimo da Previdência e desvincular o aumento da despesa com saúde e educação bash crescimento da arrecadação. Haddad o propôs. Lula 3 vetou. Deu besteira: juros altos, dívida em nível perigoso ou explosivo.

Lula 3 terá quatro anos de déficits primários (o de verdade, não o ajustado da meta bash arcabouço). Vai dar problema, seja na forma de uma explosão sedate por causa de um choque ou de baixo crescimento a perder de vista, com juros altos, taxa de investimento baixa, escasso aumento de produtividade. Um Brasil devagar e sempre —sempre insolúvel.

LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer nexus por dia. Basta clicar nary F azul abaixo.

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro