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FAB destrói lista de autoridades em voos e TCU impõe controle digital

Apesar disso, o TCU pôde contar com informações de todos os voos realizados —7.491 entre janeiro de 2020 e julho de 2024. O custo foi de R$ 285 milhões. Deste total, 266 voos solicitados por autoridades dos três poderes da União foram selecionados para "análise da aderência".

Com base nos registros obtidos entre janeiro e julho de 2024, a fiscalização do TCU apontou que o custo de cada passagem aérea individual da FAB foi, em média, 6,4 vezes mais alto do que o custo estimado de uma passagem na aviação comercial.

"Se considerados todos os voos em que foi possível obter o índice comparativo de custos, no total de 884 (76% do total), a economia estimada aos cofres públicos, caso utilizada a aviação comercial, seria de R$ 36,1 milhões", disse o ministro Benjamin Zimler, relator do processo.

Segundo ele, não há avaliação ou justificativa quanto à eficiência e economicidade na utilização de jatos da FAB.

"Os voos são realizados ainda que tenham custo significativamente mais elevado e existam alternativas comerciais que supram a necessidade."

A auditoria mostrou ainda a baixa taxa de ocupação. Entre janeiro de 2020 e julho de 2024, foram realizados 111 voos para o transporte de apenas 1 passageiro e 1.585 voos (21%) para transportar até 5 passageiros, sendo que a aeronave utilizada pela FAB com menor capacidade de transporte carrega 8 passageiros -as demais levam 12, 14, 16, 30, 36 e 50 passageiros.

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