Embora tenha criticado a britânica The Economist nesta quinta-feira (1º), chamando-a de "a revista do sistema financeiro global, dos que fazem fortunas sem produzir nada", a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) já fez menções elogiosas ao periódico quando veiculou elogios a Lula ou críticas a Jair Bolsonaro.
Em agosto do ano passado, a ministra disse que era " muito importante" uma reportagem de capa da revista que defendia a condenação de Bolsonaro por golpe.
Em maio de 2019, afirmou que a Economist era uma das revistas "mais sérias e respeitadas" que existem, depois de ter apontado em uma reportagem ligação de Bolsonaro com milícias.
Dez anos antes, no segundo governo Lula, Gleisi mencionou uma famosa capa da revista que mostrava o Cristo Redentor levantando voo, em referência ao crescimento do Brasil. "Em São Paulo, chegando da Índia. No aeroporto de Dubai: The Economist, Brasil levanta voo. Maior orgulho", disse, na ocasião.
A crítica de Gleisi agora foi motivada pelo fato de a revista ter defendido que Lula não seja candidato à reeleição. No X, a ministra disse que a Economist "prefere que o Brasil volte a ser submetido aos mandamentos do 'mercado'".
Procurada pelo Painel, ela afirmou que suas críticas são relacionadas à questão eleitoral. "Não desrespeito a revista, mas divirjo de sua linha em relação à eleição no Brasil", afirmou.

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