Ação coletiva nos EUA aponta que Google Assistente, rival da Siri (Apple), gravou usuários sem ativação intencional.
Google Assistente está presente no Google Home Mini (foto) e em dispositivos Android — Foto: John Tekeridis/Pexels
O Google aceitou pagar US$ 68 milhões em um processo de ação coletiva que acusa o Google Assistente de espionagem ilegal de usuários. A assistente virtual é alvo de alegações de que teria gravado conversas para fins como a exibição de anúncios, segundo a agência Reuters.
De acordo com a agência, o acordo preliminar foi protocolado na última sexta-feira (23) em um tribunal federal de San Jose, na Califórnia, e ainda precisa ser aprovado pela juíza distrital dos Estados Unidos Beth Labson Freeman.
Documentos judiciais apontam que o acordo abrange pessoas que compraram dispositivos do Google e teriam sido submetidas a "falsas ativações" do assistente desde 18 de maio de 2016, explica a Reuters.

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O Google nega irregularidades, mas optou pelo acordo para evitar riscos, custos e incertezas de um litígio, de acordo com documentos judiciais. Procurada pela Reuters, a empresa não comentou o caso.
O site The Verge lembra que outras big techs também enfrentaram acusações semelhantes. Há cerca de um ano, a Apple aceitou pagar US$ 95 milhões em uma ação coletiva relacionada à assistente virtual Siri.

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