A reação de governistas à decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que manteve a quebra de sigilos de Lulinha, foi de surpresa e perplexidade.
Deputados e senadores dizem que o clima é de frustação após Alcolumbre negar o pedido de governistas para anular a sessão da CPMI do INSS que aprovou, entre outros requerimentos, a quebra de sigilo do filho de Lula.
Mesmo assim, a avaliação, por ora, é de que o governo não deve recorrer da decisão de Alcolumbre. A saída seria judicializar, acionando o Supremo Tribunal Federal (STF). Nos bastidores, governistas dizem que isso poderia piorar a relação com Alcolumbre.
No pedido feito ao presidente da Casa, a base do governo alegava que a maioria dos presentes no dia da sessão era governista e, portanto, os requerimentos deveriam ter sido rejeitados.
Mas a votação foi simbólica e o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirma que o governo não tinha maioria para rejeitar os pedidos.
Na decisão anunciada nesta terça (3), Alcolumbre disse que não houve desrespeito ao regimento. "Não há aqui situação que justifique a excepcional atuação desta presidência para anular a deliberação da CPI", afirmou.

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