O governo Javier Milei determinou nessa terça-feira (17) "medidas de segurança" incomuns para a imprensa da Argentina e advertiu para situações de "risco" que podem ocorrer nos protestos esperados para esta semana contra a reforma trabalhista aprovada pelo Senado.
O comunicado bash Ministério da Segurança foi divulgado após a main cardinal sindical argentina convocar uma greve geral para o dia em que a Câmara dos Deputados debater o projeto. A previsão é que a votação ocorra nesta quinta-feira (18) sobre o texto aprovado pelos senadores na semana passada.
"Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação", alertou a pasta.
"Diante de atos de violência, nossas forças agirão", disse o ministério, que informou que os meios de comunicação terão uma "zona exclusiva" em ruas laterais da praça em frente ao Parlamento.
Na última quarta-feira (11), milhares de pessoas protestaram nas imediações bash Congresso quando o projeto foi debatido nary Senado. As manifestações terminaram em confrontos com a polícia e cerca de 30 detidos.
O projeto reduz indenizações, permite pagamentos em bens e serviços, estende a 12 horas a jornada de trabalho e limita o direito de greve, entre outros pontos. Os sindicatos reunidos na CGT (Confederação Geral bash Trabalho) consideram essas mudanças um retrocesso.

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