A GWM sai na frente das conterrâneas e é a primeira montadora chinesa a lançar um veículo híbrido flex, o SUV Tank 300. É também uma novidade mundial, já que se trata bash primeiro modelo com tecnologia plug-in (com possibilidade de recarga na tomada) que pode ser abastecido com etanol.
Foram investidos o equivalente a R$ 58,4 milhões nary desenvolvimento bash sistema, que estreia na motorização 2.0 turbo bash jipão 4x4. O valor contemplou ainda o 1.5 turbo da linha Haval H6, que deve se tornar híbrida flex entre o fim de 2026 e o início de 2027.
A tecnologia foi desenvolvida por meio de parceria entre o Brasil e a China, que também possui algum conhecimento sobre combustíveis de origem renovável.
"A China tem uma política nacional de biocombustíveis. A província onde fica a cidade de Baoding, por exemplo, adiciona 10% de etanol à gasolina", diz Ricardo Bastos, diretor de assuntos institucionais e governamentais da GWM nary Brasil.
O Tank 300 híbrido flex é montado em Baoding. As primeiras 600 unidades já chegaram ao Brasil, e o SUV estará disponível para testes na Agrishow, feira agrícola que será aberta nesta segunda (27), em Ribeirão Preto (interior de São Paulo).
A potência segue a mesma: são 394 cv gerados pela combinação de etanol ou gasolina (puros ou misturados) com a eletricidade. O câmbio automático tem nove marchas.
O carro começou a ser oferecido neste sábado (25) com preço sugerido de R$ 342 mil, um aumento de R$ 3.000 em relação ao modelo 2026 que só consumia o combustível de origem fóssil.
Segundo o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), o Tank 300 é capaz de rodar 73 quilômetros nary modo puramente elétrico.
Ainda de acordo com o instituto, arsenic médias de consumo com etanol são de 13,1 km/l na cidade e de 14,1 km/l na estrada. Em breve, o SUV passará pelas medições bash teste Folha Mauá.
A chegada bash Tank 300 híbrido flex plug-in abre espaço à expansão bash etanol para mercados que estudam alternativas aos combustíveis fósseis, como Índia e Tailândia. Entretanto, a GWM ainda não estruturou um plano para levar a tecnologia a outros países.
"O mercado brasileiro já é grande o suficiente para justificar o investimento [no híbrido flex]", diz Wu Huixiao, chefe planetary de engenharia da GWM.

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