Na nota em que confirma o falecimento de Walid Ahmad, o Ministério das Relações Exteriores afirma que "as circunstâncias e a data exata do óbito ainda não foram esclarecidas".
Nesta segunda, a Federação Árabe Palestina no Brasil cobrou o rompimento das relações diplomáticas entre Brasil e Israel – tese já rechaçada pelo Itamaraty e por integrantes da embaixada israelense.
A entidade afirmou também não ser possível achar "normal" conviver com um "banho de sangue promovido pelos gângsters de Tel Aviv".
No comunicado divulgado nesta terça, o Itamaraty cobrou do governo de Benjamin Netanyahu uma investigação "célere e independente acerca das causas do falecimento" de Walid Ahmad e que sejam divulgadas as conclusões das apurações.
Segundo o Itamaraty, o Escritório de Representação do Brasil em Ramala está em contato com a família de Walid Khalid Abdalla Ahmad e está prestando a assistência consular "cabível".
Brasil defende cessar-fogo permanente
Desde que começou a guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, que controla a Faixa de Gaza, em outubro de 2023, o Brasil tem defendido um cessar-fogo permanente, além da entrada de ajuda humanitária para os palestinos que vivem em Gaza.
Paralelamente a essa defesa, o Brasil também tem questionado publicamente o que chama de limites éticos e legais das ações militares promovidas pelo governo de Benjamin Netanyahu; pedido que as tropas israelenses deixem completamente a Faixa de Gaza; e afirmado que israelenses agem como "colonos" com os palestinos.
Em declarações públicas, em fóruns internacionais por exemplo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem criticado o governo Netanyahu, afirmando que estão morrendo na guerra não somente integrantes do Hamas, mas, também, crianças, mulheres e homens inocentes.
Os contatos com a família
A GloboNews apurou que a família do jovem de 17 anos está em "compasso de espera" enquanto aguarda a liberação do corpo e informações sobre a causa da morte. O óbito foi confirmado por uma associação palestina que presta auxílio a presos e a seus familiares.
Essa mesma associação já apresentou um pedido pela liberação do corpo e aguarda o aval de um tribunal militar.
Acusado de agredir militares israelenses na Cisjordânia, o jovem palestino-brasileiro foi detido no ano passado em uma prisão em Megiddo, em Israel, e não chegou a ser julgado antes de morrer.
A GloboNews também apurou que o Escritório de Representação do Brasil em Ramallah, na Cisjordânia, está em contato com os familiares do brasileiro-palestino e presta apoio a eles. O governo brasileiro conversa com autoridades israelenses e aguarda explicações sobre o ocorrido.

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1 ano atrás
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