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Jogador de Gana, Thomas Partey, fica fora de estreia da seleção ao ter visto negado pelo Canadá

O jogador da seleção de Gana, Thomas Partey, ficará fora da estreia do país na Copa do Mundo porque teve o visto negado pelo Canadá. A informação foi confirmada pela Fifa nesta sexta-feira (12) em notas à agência de notícias Reuters.

O meio-campista, que enfrenta cinco acusações de estupro e uma de agressão sexual, foi indiciado há um cerca de um ano pela polícia do Reino Unido. O jogador, que atua na seleção de Gana, seu país de origem, jogava pelo Arsenal até quatro dias antes de receber as acusações.

Segundo a polícia britânica, o jogador estuprou e assediou sexualmente três mulheres entre os anos de 2021 e 2022.

Em comunicado, a polícia afirma que ele foi indiciado por seis acusações:

  • Duas por estupro a uma primeira mulher;
  • Três também por estupro a uma segunda mulher;
  • e uma acusação de agressão sexual a uma terceira vítima.

As acusações, diz o comunicado, "são resultado de uma investigação policial iniciada em fevereiro de 2022, após a polícia receber a primeira denúncia de estupro". Ele chegou a ser preso de forma preventiva enquanto ainda era um dos principais jogadores do Arsenal.

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A advogada de Partey, Jenny Wiltshire, afirma que ele "nega todas as acusações" e que acolhe "a oportunidade de finalmente limpar seu nome".

Em agosto de 2025, ele conseguiu direito à liberdade sob fiança em audiência no Reino Unido. O jogador compareceu ao Tribunal de Magistrados de Westminster e falou apenas para confirmar seu nome, data de nascimento e endereço.

Parley entraria em campo com a seleção de Gana na próxima quarta-feira (17), contra o Panamá no Estádio de Toronto.

“A FIFA pode confirmar que o jogador Thomas Partey não poderá viajar do centro de treinamento da seleção de Gana, em Boston, nos Estados Unidos, para o Canadá para a primeira partida contra o Panamá, na quarta-feira, 17 de junho, pois seu pedido de visto foi recusado pelo governo canadense”, declarou a FIFA em comunicado à Reuters. “A FIFA não está envolvida nos processos de imigração dos países-sede, incluindo a análise e decisão sobre pedidos de visto.”

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