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Lucro líquido do Banco do Brasil cai 45% em 2025, para R$ 20,7 bilhões

A exposição ao risco de crédito também cresceu. A carteira de crédito expandida saltou 1,4% na comparação trimestral, enquanto o índice de capital principal (ICP) —que mede a solidez financeira de um banco— encerrou dezembro de 2025 em 12,23%. O Banco Central exige um mínimo de 4,5% para o ICP.

A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros
A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros Imagem: Nilton Fukuda/Divulgação

Já o lucro bruto da atividade somou R$ 103,1 bilhões em 2025. No quarto trimestre, somou R$ 27,8 bilhões, alta de 5,4% sobre o terceiro trimestre e de 3,8% na comparação anual. "Destaque para o crescimento de 12,3% da margem com clientes, que chegou a R$ 91,7 bilhões frente a R$ 81,7 bilhões do ano anterior", diz o banco em nota.

O desempenho é impulsionado pelo crescimento das receitas financeiras, em especial das operações de crédito com pessoas físicas.
Banco do Brasil, em nota
As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 8,8 bilhões no trimestre. Trata-se do dinheiro que o banco fatura por meio de tarifas e comissões. O resultado é "relativamente estável na comparação com o trimestre anterior". Ao longo de 2025, somaram R$ 34,8 bilhões, com destaque para as linhas de administração de fundos (+13,5%), taxas de administração de consórcios (+19,3%) e rendas do mercado de capitais (+7,9%). "Essa entrega reforça a complementariedade e protagonismo de negócios do conglomerado do Banco do Brasil e a diversificação de soluções ofertadas aos clientes em todos os segmentos de atuação", diz o banco.

Já as despesas administrativas, que são os custos fixos para manter o funcionamento do banco, cresceram 5,1%. O banco disse que controlou suas despesas "sem renunciar a investimentos em tecnologia, inovação e cybersegurança".

O índice de eficiência finalizou em 27,7%, um dos melhores patamares do mercado.
Banco do Brasil, em nota

Carteira de crédito

Em dezembro de 2025, a carteira de crédito Expandida teve saldo de R$ 1,3 trilhão. O indicador mostra a exposição total de um banco ao risco de crédito. O resultado representa crescimento de 2,5% em relação a dezembro de 2024, com destaque para:

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