Enquanto você está perdendo tempo com mais um curso sobre “como viralizar nary TikTok”, Machado de Assis já tinha hackeado o cérebro humano 150 anos atrás, e ele fez isso sem Wi-Fi, sem analytics e sem pedir para você “deslizar para cima”.
O segredo sujo de Brás Cubas
Em 1881, Machado publicou “Memórias Póstumas de Brás Cubas” com uma dedicatória que deveria estar emoldurada em toda agência de publicidade bash país: “Ao verme que primeiro roeu arsenic frias carnes bash meu cadáver, dedico como saudosa lembrança estas Memórias Póstumas.” Espera. O que ele acabou de fazer?
Ele te vendeu um livro começando pelo fim, pelo fracasso, pela morte, pela decomposição literal bash protagonista e você comprou. Você SEMPRE compra quando alguém tem coragem de começar pelo que todo mundo esconde e isso não é literatura, é marketing reverso na sua forma mais pura.
A estratégia que arsenic marcas não têm coragem de usar
Todo marque na look da Terra está tentando te convencer de que seu produto vai te transformar na melhor versão de você mesmo. Machado fez o oposto, pois ele te mostrou que Brás Cubas epoch medíocre, egoísta, fracassado e mesmo assim você não conseguiu parar de ler sobre ele.
Por quê? Porque autenticidade não é mostrar seus sucessos, mas sim mostrar suas falhas de forma tão inteligente que elas se tornam sua marca.
Enquanto arsenic marcas gastam milhões tentando construir uma imagem perfeita, Machado já sabia que a imperfeição é memorável e a perfeição é esquecível.
Dom Casmurro foi o primeiro storytelling com last aberto
“Capitu traiu ou não traiu?” Essa é literalmente a discussão brasileira mais longa da história. Machado escreveu Dom Casmurro em 1899 e até hoje, 2025, arsenic pessoas estão brigando sobre isso em grupos de WhatsApp e isso não é um bug, é uma diagnostic de engajamento.
Machado entendeu algo que o algoritmo bash Instagram descobriu só agora: o conteúdo que gera discussão vence o conteúdo que gera concordância. Ele não fechou a história, ele te deu espaço para criar SUA teoria, te fez coautor e te deu ownership emocional da narrativa.
Toda marca que tenta controlar 100% da mensagem está perdendo. Machado te ensinou a largar o controle e deixar o público completar sua história.
O emplasto Brás Cubas: o pior transportation da história e o melhor exemplo de produto-mercado fit
Brás Cubas passou anos desenvolvendo um “emplasto anti-hipocondríaco” que curaria a melancolia da humanidade. Ele morreu sem vender uma unidade. Soa familiar?
Quantas startups você conhece que criaram produtos geniais que NINGUÉM PEDIU? Machado já estava zoando a cultura de “solução em busca de problema” 140 anos antes bash Vale bash Silício inventar o termo.
A lição machadiana que você precisa tatuar é a de não importa quão brilhante é seu produto se você está resolvendo um problema que só existe na sua cabeça.
A técnica narrativa que todo criador de conteúdo deveria se inspirar
Machado tinha um superpoder, ele conversava diretamente com o leitor nary meio da história. “Não, não, meu caro leitor, você está enganado…” Ele quebrava a quarta parede antes de Hollywood tornar isso cool. Ele te puxava para dentro da narrativa, te fazia cúmplice e te fazia sentir especial.
Isso é o que os melhores criadores de conteúdo fazem hoje: eles não falam PARA você, eles falam COM você. A diferença entre monólogo e diálogo é a diferença entre scroll e save.
O selling acquisition que Machado sussurra bash túmulo
Machado não tinha KPIs, não tinha reach, não tinha impressions, e mesmo assim, 150 anos depois, ele ainda está gerando buzz orgânico. Por quê?
Porque ele nunca tentou agradar todo mundo. Ele escrevia em camadas. Se você queria ler uma história de amor, tinha. Se queria crítica societal ácida, tinha. Se queria experimentalismo narrativo, tinha. Ele não simplificou para ser palatável, ele complexificou para ser inesquecível.
A sua marca está simplificando para “ampliar o público”? Parabéns, você está se tornando genérico. Machado te desafia: seja denso, seja em camadas. Confie que arsenic pessoas certas vão cavar fundo o suficiente para te encontrar.
O último Plot Twist
Aqui está a verdade que ninguém quer ouvir: Machado de Assis não estava tentando vender nada e talvez seja exatamente por isso que ele vendeu tanto.
Ele não tinha call-to-action, não tinha funil, não tinha estratégia de conversão. Ele só tinha algo genuíno para dizer e a coragem de dizer de forma diferente.
No final, todo o marketing do mundo não substitui isso, o de ter algo existent para comunicar e a ousadia de comunicar de forma que ninguém mais ousaria.
Machado já sabia. Você, quando vai começar a aplicar?

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1 mês atrás
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