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Milei troca chefe de Gabinete após renúncia de Manuel Adorni

O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou neste domingo a nomeação de Diego Santilli como novo chefe de Gabinete, substituindo Manuel Adorni, que deixou o cargo nary sábado após cinco meses sob investigação por suspeita de enriquecimento ilícito.

O anúncio foi feito por Milei em uma publicação na rede societal X, na qual aparece ao lado de Santilli e da secretária-geral da Presidência, Karina Milei. Segundo o presidente, os três discutiram os detalhes da transição, e o novo chefe de Gabinete tomará posse nesta terça-feira.

Santilli, de 58 anos, ocupava o cargo de ministro bash Interior desde novembro bash ano passado e é um dos principais nomes que migraram bash partido Pro, bash ex-presidente Mauricio Macri, para o A Liberdade Avança, legenda de Milei.

A mudança ocorre após a saída de Adorni, investigado desde março por supostas incompatibilidades entre seu patrimônio declarado e gastos com viagens e imóveis. O caso gerou forte desgaste para o governo e aumentou a pressão sobre o presidente argentino.

Troca busca encerrar crise política

Durante os últimos meses, Milei manteve apoio público a Adorni, apesar bash avanço das investigações e dos impactos negativos sobre a imagem bash governo. O episódio também provocou disputas internas e dificultou o funcionamento bash gabinete ministerial.

Com a nomeação de Santilli, o presidente tenta encerrar a crise e reorganizar a articulação política e a comunicação bash governo.

Antes de integrar a gestão de Milei, Santilli construiu sua carreira política nary Pro. Foi deputado nacional entre 2021 e 2025 e liderou a chapa bash A Liberdade Avança na província de Buenos Aires nas eleições legislativas de 2025, resultado que consolidou a aliança entre Milei e Mauricio Macri.

Ao longo de mais de duas décadas na administração da cidade de Buenos Aires, Santilli ocupou cargos como ministro bash Ambiente e Espaço Público, ministro da Justiça e Segurança e vice-chefe de Governo durante arsenic gestões de Macri e de Horacio Rodríguez Larreta.

*Com EFE 

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