A Motiva, antigo grupo CCR, começou a estampar sua nova marca nas estações da linha 4-amarela do metrô de São Paulo.
A expectativa é que até julho o nome ViaQuatro —concesionária do grupo responsável pela linha 4— seja substituído por Motiva, assim como os logotipos espalhados pelo ramal.
Por definição do manual do sistema metroviário de São Paulo, o amarelo, que dá o nome à linha, continua sendo predominante. Mas o anil do novo nome e a letra M em forma de ondas começa a ganhar espaço nas estações Pinheiros e Morumbi.
Vanessa Duarte, diretora de Comunicação do grupo, afirma que a meta é estampar a nova identidade visual ainda em 2026 nos projetos de trilhos em São Paulo, ou seja, na linha 5-lilás, do metrô, e nas linhas 8-diamante e 9-esmeralda, do trem metropolitano —todas administradas pela ViaMobilidade, outro braço do grupo. O nome ViaMobilidade também deixará de existir.
A mudança ainda depende de aprovação da Artesp, a agência reguladora do governo estadual.
A troca de nome de CCR para Motiva ocorreu em abril do ano passado. Depois dos escritórios, a alteração visual começa a ser feita nas rodovias e concessões de transporte sobre trilhos da empresa —além da linha 4, do metrô, a marca está sendo estampada nas estradas Anhanguera e Bandeirantes.
"A mudança será na identidade, na identificação, mas a sinalização continua a mesma", diz Duarte. Segundo ela, a nova marca será visível em locais como cartracas, guarda-copos e possivelmente em degraus de escadas, já usados para publicidade.
O visual dos vidros das portas de plataforma, hoje com o nome ViaQuatro, será mais limpo.
Uma faixa lilás será estampada nas laterais dos trens, assim como o M da marca na frente das composições. O custo das alterações não foi informado.
Em 2025, ao anunciar a mudança de nome, o grupo afirmou que havia investido R$ 4 milhões apenas na definição da nova marca.
A mudança visual no metrô vem em meio ao anúncio dos planos da empresa de conseguir um sócio para seus projetos de trilhos.
Durante conferência com analistas e investidores no ano passado, o presidente-executivo da Motiva, Miguel Setas, afirmou que depois da venda da concessão de aeroportos —no ano passado, a empresa repassou suas operações aeroportuárias no Brasil e no exterior ao grupo mexicano Asur —a atenção iria recair sobr os trihos.
"O cronograma aí depende de clarificação do 'valuation' dessa plataforma (de trilhos)...queremos maximizar o valor numa eventual venda de participação", afirmou Setas na época. A ideia é conseguir um sócio minoritário.

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