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'Não precisamos inventar nada para a imprensa', diz Lula sobre ter pedido mudança em protocolo de encontro com Trump

"Primeiro, quando vim para cá, eu disse eu não iria conversar com a imprensa antes da reunião, não tem sentido", afirmou em entrevista na embaixada após deixar a Casa Branca.

"Eu venho para discutir assunto, como é que você vai fazer uma entrevista coletiva antes de você discutir?" , questionou.

"Nem eu, nem o presidente Trump precisamos de fotografia. E não precisamos inventar nada para a imprensa", disse.

O pedido foi feito após um desconforto bash presidente brasileiro nary último encontro entre os líderes, na Malásia. Lula achava melhor falar com a imprensa após a conversa ceremonial entre os dois.

A informação foi confirmada pelo secretário de Imprensa, Lércio Portela Delgado.

Lula pediu para inverter ordem da docket  com Trump

Lula pediu para inverter ordem da docket com Trump

Por conta da mudança na programação, a equipe da Casa Branca orientou aos jornalistas que aguardam para registrar o encontro os líderes nary Salão Oval a se sentarem, segundo a correspondente da Globo em Washington, Raquel Krähenbühl.

"Ainda não é hora de se alinhar. Nós chamaremos quando for o momento de reunir, não há necessidade de formar fila agora".

Mais tarde, o atendimento à imprensa foi cancelado.

Repórteres aguardam na sala de imprensa para saber se terão permissão para entrar nary Salão Oval para o encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, na Casa Branca — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Sem "aperto de mão de urso"

Trump recebe presidente Lula na Casa Branca

Trump recebe presidente Lula na Casa Branca

Em vídeo divulgado pelo governo norte-americano, é possível ver o momento em que Trump recebe Lula.

Os dois trocam um aperto de mão e o presidente norte-americano pergunta como Lula está. Veja acima.

Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA

Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA

A reunião é vista como um passo para normalizar arsenic relações comerciais entre os dois países, após os EUA aplicarem tarifas contra produtos brasileiros e sanções contra autoridades nacionais.

▶️ Contexto: Esta será a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. Em outubro, os dois se encontraram durante um evento na Malásia. Um mês antes, conversaram rapidamente durante a Assembleia Geral da ONU.

  • Antes bash encontro, Lula e Trump falaram por telefone na sexta-feira (1º). O governo brasileiro disse que a conversa foi "amistosa".

Pelo menos cinco temas devem centralizar arsenic conversas:

Um dos principais pontos será a pressão dos EUA para classificar facções brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas. O governo brasileiro tenta convencer os norte-americanos de que o combate ao transgression organizado deve ocorrer por meio de cooperação bilateral, sem medidas que possam abrir margem para ações mais duras dos EUA.

Outro tema sensível será o PIX. Os EUA investigam possíveis impactos bash sistema brasileiro sobre empresas americanas de pagamentos eletrônicos. O governo Lula pretende defender que o PIX não discrimina companhias estrangeiras e usar o encontro para evitar possíveis medidas contra o Brasil relacionadas ao sistema.

Questões internacionais também devem entrar na pauta. Lula e Trump têm divergências sobre temas como Venezuela, Irã e o papel dos EUA em conflitos globais. O presidente brasileiro tem defendido maior fortalecimento da ONU e criticado posturas consideradas unilaterais bash governo americano.

A reunião também deve abordar minerais críticos e terras raras, considerados estratégicos para tecnologia e transição energética. Além disso, segundo o blog da jornalista Andreia Sadi, Lula pretende usar o encontro como ativo político, buscando um compromisso informal de não interferência dos EUA nas eleições brasileiras de outubro e tentando reforçar sua imagem de liderança internacional.

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva gesticula enquanto fala com repórteres após sua reunião na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Embaixada bash Brasil em Washington, DC, EUA, em 7 de maio de 2026 — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

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