Nova fase: blocos de aeroportos
Em 2019, com a quinta rodada, passou-se a adotar uma nova estratégia para os leilões. O governo abandonou a lógica de concessões isoladas e passou a organizar os aeroportos em blocos, combinando terminais mais rentáveis com outros de menor apelo comercial.
A fórmula buscava ampliar a atratividade dos leilões e garantir investimentos em toda a rede. Afinal, aqueles aeroportos de maior movimentação atraem, naturalmente, mais interessados do que outros com menos movimento, embora sejam também relevantes.
A estratégia foi mantida nas rodadas seguintes, em 2021 e 2022, quando mais aeroportos foram licitados em pacotes regionais e nacionais, reforçando a presença de grandes operadores internacionais.
O resultado foi uma rede cada vez mais ampla de aeroportos sob administração privada. Nesse processo, a Infraero perdeu protagonismo na gestão dos principais aeroportos, restando apenas o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, entre os mais rentáveis sob sua administração.
Refazendo o que não deu certo
Os modelos iniciais não se mostraram tão vantajosos assim para os operadores, que dependeriam de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato para manter a operação. Com isso, uma alternativa foi relicitar os terminais há mais tempo na mão de empresas privadas, como foi o caso de São Gonçalo do Amarante.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
1 hora atrás
3





:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)


:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)







Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro