1 hora atrás 3

Novas concessões de aeroportos reafirmam modelo e mudam setor em 15 anos

Nova fase: blocos de aeroportos

Em 2019, com a quinta rodada, passou-se a adotar uma nova estratégia para os leilões. O governo abandonou a lógica de concessões isoladas e passou a organizar os aeroportos em blocos, combinando terminais mais rentáveis com outros de menor apelo comercial.

A fórmula buscava ampliar a atratividade dos leilões e garantir investimentos em toda a rede. Afinal, aqueles aeroportos de maior movimentação atraem, naturalmente, mais interessados do que outros com menos movimento, embora sejam também relevantes.

A estratégia foi mantida nas rodadas seguintes, em 2021 e 2022, quando mais aeroportos foram licitados em pacotes regionais e nacionais, reforçando a presença de grandes operadores internacionais.

O resultado foi uma rede cada vez mais ampla de aeroportos sob administração privada. Nesse processo, a Infraero perdeu protagonismo na gestão dos principais aeroportos, restando apenas o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, entre os mais rentáveis sob sua administração.

Refazendo o que não deu certo

Os modelos iniciais não se mostraram tão vantajosos assim para os operadores, que dependeriam de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato para manter a operação. Com isso, uma alternativa foi relicitar os terminais há mais tempo na mão de empresas privadas, como foi o caso de São Gonçalo do Amarante.

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro